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Embaixadas em Brasília recebem correspondência com pó não identificado
- 25-Oct-2007 - 14:44


A Polícia Federal brasileira está a investigar um pó esverdeado que foi enviado em envelopes a várias embaixadas em Brasília e levou o Ministério das Relações Exteriores a alertar as representações diplomáticas.


A embaixada de Portugal não recebeu qualquer correspondência suspeita, disse hoje o embaixador Francisco Seixas da Costa.

"Estamos alerta e a olhar para a correspondência com muito cuidado. Mas isto não se configura numa mudança no padrão de segurança vivido no Brasil, que é muito bom a nível mundial", assinalou o embaixador.

Seixas da Costa atribuiu o envio dessa correspondência a alguém "desequilibrado" e disse que as pessoas no meio diplomático estão a agir com serenidade.

A rotina no sector de embaixadas de Brasília mudou, entretanto. Equipas de minas e armadilhas, agentes com fatos especiais e cães especialmente treinados para detectar bombas foram vistos, na quarta-feira, na região.

Segundo a Polícia Federal, 18 embaixadas receberam um envelope pardo, com o nome do Presidente Lula da Silva em remetente, colocado na estação de correios de Diadema, em São Paulo, e cujo conteúdo era um pó esverdeado, ainda não identificado.

A substância está a ser analisada pelo Instituto Nacional de Criminalística da PF.

Fontes policiais admitem tratar-se de uma brincadeira de mau gosto, embora não descartem qualquer possibilidade de ameaça terrorista.

A PF só abrirá inquérito se ficar provado que se trata de uma ameaça real, caso o pó seja nocivo à saúde humana.

A Embaixada dos Estados Unidos foi uma das primeiras a receber o envelope suspeito, na terça-feira, e imediatamente adoptou medidas de segurança mais rígidas.

Entre Setembro e Outubro de 2001, correspondências contendo esporos da bactéria baccilus anthracis infectaram mais de 20 pessoas nos Estados Unidos e cinco delas morreram.

A substância foi enviada ao jornal New York Post, à revista National Enquirer, às estações de televisão ABC News, NBC News e CBS News, e também aos senadores democratas Tom Daschle e Patrick Leahy.


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