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Entrevista
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Na Guiné não há dinheiro para umas coisas, mas para outras…
- 8-Nov-2007 - 14:16
A Guiné-Bissau passa, ou tem passado, por períodos, infelizmente demasiado longos, de falta de dinheiro para cumprir com as suas mais elementares obrigações.
São os professores que reclamam o pagamento de, pelo menos, 3 meses dos seus ordenados; é a função pública a reclamar o mesmo; são os funcionários dos correios a entrarem em greve, por 3 dias, a exigir o pagamento de salários e subsídios referentes a 12 (doze!!!) meses; são as autoridades que dizem não terem condições para evitar que o país se torne num narco-estado quer por falta de dinheiro no Estado quer por via da corrupção instalada em certos e determinados sectores conforme foi relembrado por Amado de André, da agência da ONU para a Droga e o Crime, numa recente entrevista a um semanário português; o arroz, um dos principais produtos alimentares da dieta Bissau-guineense está apreços exorbitantes com a desculpa que só a Tailândia é que tem capacidade para exportar o produto e fá-lo a preços elevados; etc., etc., etc…
Todavia, parece que para certos produtos e para certas situações haverá dinheiro a rodos. É que não é crível que chineses exportem material bélico só pelos bonitos olhos da população e dos dirigentes Bissau-guineenses.
Segundo uma nota retirada no “Contributo” e que lhe chegou por via indirecta e confidencial, estará para chegar à Guiné-Bissau, em princípio no próximo dia 9 de Novembro, um navio chinês, identificado como An Xing Jiang, “com 128 toneladas de material bélico, ou seja; material militar, de guerra!”
Como pergunta Fernando Casimiro, num artigo “Alerta”, e que eu reitero, os chineses não dão nada de graça e, muito menos, material bélico.
E para que serve este material se o País parece estar em Paz consigo, a fazer fé em certos comentários que me transmitem e em certos blogues críticos do que escrevo, mesmo que o anterior Ministro da Administração Interna da Guiné-Bissau, major Baciro Dabó esteja a ser ameaçado de morte por, eventualmente, ter denunciado uma possível intervenção militar no País sob as ordens do general Tagmé Na Waié, e de bem com os seus vizinhos?
E não deve esquecer a Guiné-Bissau que a torneira que vai enviando fundos, a fundo perdido, começa a ter os dias contados.
É que na Europa Comunitária, um dos principais, se não mesmo o principal financiador juntamente com o Banco Africano de Desenvolvimento – que recebe garantias da União Europeia para tal –, já começa a questionar para onde vão os citados fundos…
8-Nov-2007
elcalmeida@gmail.com
http://elcalmeida.net

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