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Entrevista
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«Actual representação parlamentar não traduz a força da FNLA»
- 14-Nov-2007 - 14:14
O recém-eleito presidente da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Ngola Kabangu, afirma que os cinco deputados que o partido tem na Assembleia Nacional (AN) não traduzem a força que tem no país.
Em entrevista … Agência Lusa, Ngola Kabangu, sucessor do histórico líder da FNLA, Álvaro Holden Roberto, falecido em Agosto último, aponta como prioridade da sua liderança reorganizar e fazer crescer o partido.
A importância histórica da FNLA está longe de corresponder … sua actual representação política, de quarta força política no país com cinco deputados eleitos nas primeiras e únicas eleições legislativas realizadas em Angola, em 1992.
Ngola Kabangu tem ainda de gerir uma crise interna que se arrasta com a existência de uma ala divergente liderada por Lucas Ngonda, que não aceita os resultados do último congresso e tem publicamente posto em causa o processo de eleição do novo presidente.
Esta divisão "preocupa" Kabangu, porque as vozes que "correm por fora" podem prejudicar a "missão" da FNLA, garantindo o novo líder que" é preciso uniformizar o discurso" para enfrentar as eleições legislativas previstas para 2008.
Nesta entrevista, a primeira pós congresso, Ngola Kabangu aponta como ponto central da sua agenda "mudar o figurino da actual Assembleia Nacional com uma vitória nas legislativas".
Actualmente, num total de 220 deputados, o MPLA tem 129 lugares, a UNITA 70 e o PRS (Partido da Renovação Social), a terceira força representada no parlamento, seis.
Para o antigo ministro do Interior no Governo de Transição de Angola, em 1974, época que antecedeu a independência, "reestruturar o partido, injectar sangue novo, promover valores e quadros jovens" vai ser essencial para permitir a sua "reimplantação (da FNLA) em todo o espaço nacional".
Ngola Kabangu lança mesmo um apelo "a todos aqueles que estiveram ausentes - do congresso -, a todos que ainda têm reticências", para regressarem ao seio da FNLA e ajudarem a colocar o partido no lugar que lhe compete no cenário político angolano.
O líder da FNLA reafirmou ainda a intenção de se candidatar às eleições presidenciais angolanas previstas para 2009.
Questionado sobre o património do partido em posse do governo angolano e ainda não restituído, o presidente da FNLA, foi reservado, frisando apenas que a questão foi abordada em vários fóruns e está a ser tratada "ao mais alto nível".
Ngola Kabangu garantiu também que a FNLA continuará fiel aos ideais do seu fundador, Holden Roberto, e vai lutar para que este seja reconhecido como herói nacional, e colocar o 15 de Março de 1961, data do início da luta armada, no leque das celebrações nacionais.
Em relação ao lugar deixado vago por Holden Roberto no Conselho da República, o novo líder da FNLA manifestou-se disponível a ocupá-lo, embora ainda não tenha recebido o convite para o efeito.
"Há um lugar vago. O antigo presidente da FNLA faleceu e há um presidente eleito que necessariamente terá de ocupar o lugar do falecido, mas ainda não estamos lá", lamentou Kabangu.

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