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Entrevista
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Ramos-Horta em visita oficial a Lisboa na 5ª e 6ª-feira
- 14-Nov-2007 - 14:22
O presidente de Timor-Leste chega quarta-feira de manhã a Lisboa, mas só na quinta-feira começa a visita oficial de dois dias a Portugal, reunindo-se, em Belém, com o chefe de Estado português.
De acordo com o programa divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros português, José Ramos-Horta almoça com Aníbal Cavaco Silva, depois de um breve encontro com jornalistas, seguindo mais tarde para a Assembleia da República, onde é recebido por um dos quatro vice-presidentes da AR, dada a ausência do presidente Jaime Gama,em visita oficial a Moçambique.
Ainda na quinta-feira, pelas 18:00, Ramos-Horta recebe o presidente do PSD, Luís Filipe Menezes, tendo previsto para sexta-feira de manhã um encontro com jornalistas , seguido de uma visita à Câmara Municipal de Lisboa para um encontro com o presidente da autarquia, António Costa.
Depois de um almoço com o primeiro-ministro português, José Sócrates, o presidente da República Democrática de Timor-Leste participa numa reunião extrordinária do Comité de Concertação Permanente da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), seguindo depois para um encontro com a comunidade timorense na Fundação Cidade de Lisboa.
O último acto oficial da visita, é um jantar na Fundação Oriente, oferecido pelo presidente da instituição, Carlos Bonjardino. Sábado e domingo, Ramos-Horta permanecerá em Portugal seguindo na segunda-feira para a capital espanhola.
Em entrevista à Lusa antes de deixar Díli, o presidente timorense afirnmou que Portugal não tem motivos para recear a perda de influência em Timor-Leste, pois «conta com Portugal» sobretudo nas áreas da educação e da defesa.
«O maior aliado que temos na UE é Portugal. Logo, ao atribuirmos a Uma Fuko (Casa da Cultura) à UE, estamos a atribuí-la a Portugal», referiu o chefe de Estado em entrevista à Lusa.
Quanto à cedência da Uma Fuko à União Europeia, apesar de o edifício estar entregue, por contrato, à caixa Geral de Depósitos (CGD), o presidente explicou que a decisão deve-se, primeiramente, ao facto de não se ter conseguido encontrar um espaço adequado para a Comissão Europeia.
A CGD tem um projecto de investimento no valor de 600 mil euros na casa da Cultura, programa que o presidente timorense reconhece como sendo «um favor enorme» que a Caixa ia fazer ao país.
Contactado hoje pela Lusa, o porta-voz da Caixa Geral de Depósitos afirmou que a cedência do espaço à Comissão Europeia teve «anuência» do grupo financeiro público, que em Timor-Leste é accionista maioritário do BNU.
O mesmo responsável da Caixa adiantou que «ainda não é possível» saber qual o futuro do projecto do centro cultural da capital timorense.
A visita do Presidente da República de Timor-Leste a Portugal é a primeira de Ramos-Horta desde que foi eleito presidente, em Junho passado.

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