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  Entrevista
Durão Barroso teve acesso a informações erradas sobre o Iraque
- 18-Nov-2007 - 15:18


Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, afirma hoje, em entrevista ao Diário de Notícias, que lhe deram informações sobre a existência de armas de destruição maciça no Iraque que «não corresponderam à verdade».


«Vi os documentos, tive-os à minha frente, dizendo que havia armas de destruição maciça no Iraque. Isso não correspondeu à verdade», garante, dizendo que «hoje em dia é fácil pôr as culpas no presidente Bush» mas que falou na ocasião também com Bill Clinton que disse também estar «absolutamente convencido».

«É preciso não esquecer que a decisão na altura de intervir no Iraque foi tomada por todos, nos Estados Unidos, pelos republicanos e pelos democratas», afirma.

Relativamente ao Tratado de Lisboa, o presidente da Comissão Europeia reconhece que «não é nenhuma revolução» e que, de um ponto de vista democrático, é tão legítimo aprová-lo «por referendo como por voto parlamentar».

«É tão legítimo, de um ponto de vista democrático, termos uma decisão por referendo como por voto parlamentar. Pode haver debates com ou sem referendo».

Questionado sobre se houve um acordo tácito entre os 27 para não haja referendos na generalidade países da UE, Durão Barroso garante não ter dado por nada.

«Se houve, não dei por esses acordos», garante, afirmando que como todos os países vão assinar o tratado a Comissão Europeia espera «naturalmente» que eles venham a ratificá-lo.

«Um Governo quando assina um tratado internacional está a assumir uma responsabilidade», frisa.

Apesar de português, o presidente da Comissão Europeia recusa-se, na entrevista, a dar a sua opinião sobre se Portugal deve realizar um referendo sobre o Tratado de Lisboa.

Não deixa, contudo, de recordar que «as pessoas dizem todas que preferem o referendo, como é natural, e depois, curiosamente, não vão votar».

«Aliás, em Portugal, tanto quanto sei, os referendos não têm tido sequer a maioria necessária para serem vinculativos», afirma ainda, sublinhando que o que que não pode aceitar é que «se desvalorizem os parlamentos, senão teríamos um populismo permanente».


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