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UE/África: Crianças apelam líderes para baixar taxa de mortalidade
- 8-Dec-2007 - 14:15


Crianças da África Subsaariana concentraram-se hoje na praça central da Gare do Oriente apelando aos líderes presentes na Cimeira UE/África que impeçam as “mortes de quase cinco milhões de crianças africanas” anualmente.


Segundo a ONG internacional Save the Children, Costa do Marfim, Etiópia, Nigéria, Níger e Serra Leoa são os países com maior taxa de mortalidade infantil no continente africano.

Hoje, primeiro dia da cimeira UE/África, que se desenrola no Pavilhão Atlântico de Lisboa, a Save the Children reuniu naquela zona uma criança de cada um destes países.

Empunhando uma faixa (escrita em inglês), onde salientavam que “as crianças não podem esperar”, os promotores quiseram lançar o alerta para os “4,8 milhões de crianças africanas que não viverão até ao seu próximo aniversário”.

“Queremos que os governantes de África e da Europa honrem as promessas que fizeram para impedir que tantas crianças morram”, disse à Lusa Jess Cambuir, activista da Save the Children.

“Queremos que os países da União Europeia cumpram a promessa de gastar 0,7 por cento do seu PIB em ajudas internacionais”, salientou a jovem britânica.

Até agora apenas Suécia, Luxemburgo, Holanda e Dinamarca cumpriram esta meta, recordou a activista, para depois apontar o dedo aos restantes países europeus, no quais também incluiu Portugal, por não se “esforçarem a ajudar quem mais precisa”.

“Mas os líderes africanos também têm de ajudar”, disse Jess Cambuir, perguntando porque é que também eles não cumprem as promessas de acabar com o “flagelo” da mortalidade infantil nos seus países.

Com o mapa do continente africano no chão, com os países em que mais crianças morrem de forma prematura pintados a vermelho, a ONG pede aos países desenvolvidos que reúnam “mais fundos destinados aos cuidados de saúde das comunidades mais pobres”.

A Save the Children, sediada no Reino Unido, encontra-se representada em 52 países, essencialmente de África.


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