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Entrevista
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Relação com Taiwan é benéfica, mas o país não deve virar costas à China
- 13-Dec-2007 - 16:34
A relação de São Tomé e Príncipe com Taiwan "corre muito bem", mas o arquipélago tem uma postura "realista" e não vai virar as costas à China, afirmou hoje o presidente da República são-tomense, Fradique de Menezes.
"Não tenho um oráculo qualquer para adivinhar que amanhã vamos terminar (relações) com este e começar com outro. Vamos ver" o futuro das relações com a China e com Taiwan, que rejeitam manter laços diplomáticos com os mesmos Estados, disse em entrevista à Agência Lusa o presidente são-tomense.
A China tem vindo a aproximar-se de São Tomé, no âmbito da sua política de reforço das ligações económicas e comerciais com os países africanos lusófonos.
Exemplo desta aproximação são os recentes convites feitos a São Tomé, no quadro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, para participar nos jogos olímpicos lusófonos ou, como observador, no fórum de cooperação económica China-África.
Para Fradique de Menezes, "é normal que a China Popular tenha feito convites" a São Tomé, que também tem vindo a aceitá-los.
Para já, disse, o arquipélago lusófono tem estado "com eles [Taiwan] e [o relacionamento bilateral] tem corrido muito bem", nomeadamente ao nível de cooperação e formação de quadros.
A posição são-tomense, adianta o chefe de Estado, é de evitar "conflitos e querelas" e "procurar meios" para o desenvolvimento do arquipélago, numa postura que assume como "realista".
Sinal do crescente interesse da China em São Tomé é também a recente compra pela petrolífera chinesa Sinopec de participações em diversos blocos petrolíferos, que começarão a ser explorados no próximo ano.
São Tomé e Príncipe trocou, em 1997, a China (país com o qual mantinha relações desde a independência em 1975) por Taiwan. Deste novo relacionamento, resultaram acordos que renderam ao arquipélago 90 milhões de dólares, até 2006, segundo o governo taiwanês.

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