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Brasil
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Brasil quer manter programas de cooperação
- 30-May-2003 - 16:12
O governo brasileiro apresentará, durante a reunião de doadores em Dili, de 3 a 5 de Junho, uma proposta para manter todos os programas de cooperação técnica que possui com Timor-Leste, disse à Agência Lusa fonte diplomática.
Segundo a Agência Brasileira de Cooperação (ABC), o Brasil tem quatro projectos de cooperação com Timor-Leste, sendo dois deles na área de educação - Alfabetização Solidária e o Telecurso.
O terceiro projecto, avaliado em 1,8 milhões de dólares e desenvolvido pela ABC em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), é um Centro de Formação Profissional, inaugurado há um ano, em Díli, que oferece cursos para pedreiros, carpinteiros, padeiros e electricistas.
A cooperação mais recente, na área da agricultura, está orientada para o desenvolvimento de técnicas de cultura de café.
Foram já instalados campos experimentais de cultivo em Timor-Leste e estão a ser ministrados vários cursos de transferência de técnica de café.
Um agrónomo timorense desloca-se ao Brasil em Junho para participar num curso de formação nas fazendas de café do estado de Minas Gerais.
A cooperação com o Brasil pode fazer aumentar substancialmente a cultura do café timorense, um dos mais procurados internacionalmente mas ainda com métodos artesanais de cultivo.
Além da cooperação técnica, o Brasil continua a colaborar com Timor-Leste na área militar através da participação com forças do exército integradas nas missões da Organização das Nações Unidas no país desde 1999, nomeadamente na preparação da consulta popular que levou à independência.
Entre Outubro de 1999 e meados de 2001, o pelotão brasileiro estacionado em Díli foi responsável pela segurança pessoal dos principais líderes político-militares de Timor-Leste nomeadamente Xanana Gusmão, Ramos Horta e o general Taur Matan Ruak.
Actualmente, um pelotão da Polícia do Exército do Rio de Janeiro, formado por 51 homens, participa na Missão das Nações Unidas de Apoio no Timor-Leste (Unmiset), que substituiu a Administração Transitória da ONU em Timor (Untaet) e que tem por missão a escolta de comboios, o controlo de trânsito, a segurança de autoridades e controlo de fronteira.
Outros 15 militares brasileiros, entre oficiais e sargentos, participam no grupo de observadores do Estado-Maior da Força Multinacional de Paz estacionada em Timor-Leste.
O contingente brasileiro tem apoiado também o esforço de reconstrução de Timor-Leste, nomeadamente com a criação de centro médico odontológico e a recuperação, em Díli, de uma escola parcialmente destruída em 1999.

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