As Notícias do Mundo Lusófono
 Notícias de Angola Notícias do Brasil Notícias de Cabo Verde Notícias da Guiné-Bissau Notícias de Moçambique Notícias de Portugal Notícias de São Tomé e Príncipe Notícias de Timor Leste
Ir para a página inicial de Noticias Lusofonas desde 1997 toda a lusofonia aqui
 Pesquisar
 
          em   
 Notícias

 » Angola
 » Brasil

 » Cabo Verde
 » Guiné-Bissau
 » Moçambique
 » Portugal
 » S. Tomé e Príncipe
 » Timor Leste
 » Comunidades
 » CPLP
 
Informação Empresarial
Anuncie no Notícias Lusófonas e divulgue a sua Empresa em toda a Comunidade Lusófona
 Canais


 » Manchete
 » Opinião
 » Entrevistas
 » Comunicados
 » Coluna do Leitor
 » Bocas Lusófonas
 » Lusófias
 » Alto Hama

 » Ser Europeu

Siga-nos no
Siga o Notícias Lusófonas no Twitter
Receba as nossas Notícias


Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui
Add to Google
 Serviços

 » Classificados
 » Meteorologia
 » Postais Virtuais
 » Correio

 » Índice de Negócios
 
Venha tomar um cafezinho connoscoConversas
no
Café Luso
 
  Manchete
Diáspora
angolana
debatida
em Lisboa

- 18-Dec-2007 - 19:08


Melhor consciência política e social ajuda a combater o compadrio e a corrupção, afirmou Eugénio Costa Almeida

A CEDEP - Unidade de Investigação de Economia Internacional Universidade Lusófona organizou hoje, em Lisboa, o Workshop "Diáspora Angolana em Portugal: Caminhos de Retorno". Foram oradores Rogério Pacheco, Joaquim Lauriano, Fátima Roque, José Jordão e Eugénio Costa Almeida.


Rogério Pacheco, da Liáfrica, considera que dentro de 10 a 15 anos haverá um quase total retorno de jovens angolanos e luso-angolanos a Angola e serão esses que irão definir os destinos dos dois países, dado os “conhecimentos” feitos a nível universitário. Porque serão os dois, que estarão, na altura, a gerir a(s) política(s) sociais, económicas e outras de Angola e Portugal e será isso que dará uma melhor união entre os dois povos.

Joaquim Lauriano , professor das Universidades de Évora e da Agostinho Neto, entende que os dois povos devem procurar interagir dado os conhecimentos que ambos têm dos dois países. Relembrou que Portugal tem muitos conhecimentos da vida agrária angolana e pouco tem oferecido por manifesta falta de coragem em agarrar as oportunidades.

Recordou a presença da China em Angola e do pouco que transmite visto serem uma comunidade fechada e dos milhões que países como o Brasil ou Alemanha estão a colocar à disposição de Angola.

Fátima Roque propôs que Angola e Portugal se unissem na criação de um “ficheiro” de quadros angolanos que estão em Portugal para servir de “fornecimento” de mão-de-obra qualificada a Angola. Criticou o facto de muitas das equipas que vão de Portugal a Angola estudarem pontos e, ou acordos estratégicos, não incluírem pessoas que são das regiões para onde se pensa investir ou financiar pelo que, não raras vezes, as boas intenções ficam por aí.

José Jordão, da Universidade Agostinho Neto, fez referência à necessidade de quem for para Angola investir dever ir bem documentado e não pensar que tudo são facilidades. Disse também que há, neste momento, projectos interessantes para desenvolvimento dos municípios angolanos, relembrando, o caso dos supermercados “Nosso super” que, na sua concepção, é o pormenor mais pequeno de um grande projecto económico.

Eugénio Costa Almeida, da Casa de Angola em Lisboa, salientou que caberia aos empresários e formadores sensibilizar o poder político da necessidade de se criar conteúdos escolares onde “línguas e culturas antropológicas” angolanas – e africanas, em geral, – sejam ministradas, e de preferência, por professores e formadores vindos dos locais de origem; que os há nas comunidades. Além disso, disse que uma melhor consciência política e social ajuda a combater o compadrio e a corrupção que, em Angola, andam de mãos dadas com o crescimento.

“E não há pior para um empresário que ter de gastar parte do seu investimento em “contribuições” que nunca serão objecto de qualquer retorno!, disse Eugénio Costa Almeida.

De uma maneira geral todos concordaram que pode-se e deve-se regressar a Angola mas com as necessárias cautelas e sem demagogias ou pensar que Luanda é Angola e o resto nada existe. Isto porque há pessoas, angolanos, que retornam de Angola desiludidas porque ficam só por Luanda e também lá o desemprego é enorme.


Marque este Artigo nos Marcadores Sociais Lusófonos




Ver Arquivo


 
Construção e optimização de  web sites - NOVAimagem  - search engine optimization
 Ligações

 Jornais Comunidades
Algarve Car Hire
 
         
  Copyright © 2009 Notícias Lusófonas - A Lusofonia aqui em primeira mão | Sobre Nós | Anunciar | Contacte-nos

 edição Portugal em Linha - o portal da Comunidade Lusófona Criação de Sites Portugal por NOVAimagem