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Português em alta junto de empresas e universidades sul-africanas
- 19-Dec-2007 - 17:47
Muitas empresas e universidades sul-africanas têm cada vez mais interesse pelo ensino do português para fins de trabalho e negócios, anunciou hoje a coordenadora do ensino na África do Sul, Fernanda Costa.
"Há uma procura muito grande pelo ensino da língua portuguesa, sobretudo por empresas e universidades, nomeadamente em Pretória e na Cidade do Cabo, que têm à sua volta várias empresas e muitos ministérios", disse Fernanda Costa.
A responsável falava à margem do colóquio "Políticas e Práticas de Ensino de Português para as Comunidades Portuguesas", que termina hoje em Lisboa.
Questionada sobre os motivos dessa procura, a coordenadora do ensino afirmou que os sul-africanos "sentem a necessidade de saber a língua falada em dois grandes países vizinhos como Angola e Moçambique".
"Depois há também interesses de trabalho e de negócio", acrescentou.
Para fazer face a essa procura, a coordenação de ensino na África do Sul tem projectos para abrir novos cursos no próximo ano em várias universidades sul-africanas.
De realçar também o pedido que a coordenação de ensino recebeu das autoridades sul-africanas para haver cursos de português com vista ao Mundial de Futebol de 2010.
"Este pedido vem na sequência do protocolo de cooperação que temos com a polícia, a quem damos cursos desde 2006", disse Fernanda Costa.
De acordo com a responsável, o objectivo é que as "pessoas que estão nas fronteiras e nos aeroportos saibam entender alguém que necessite de ajuda".
A expansão da língua portuguesa naquela região está a atingir também outros países como a Namíbia e o Botswana, onde se situa a sede da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral, havendo necessidade do serviço de intérpretes e tradutores.
Na Namíbia, a procura prende-se com o facto de Angola ser um país vizinho.
Além de preparar a abertura de novos cursos, Fernanda Costa está também a desenvolver o projecto "Prolíngua", que pretende criar nas várias universidades sul-africanas um bacharel em Língua e Cultura Portuguesas.
"Poderá vir a ser um potencial local de formação de professores de língua portuguesa", afirmou.
Na África do Sul existem 4.120 alunos no ensino de português no estrangeiro, entre os quais estão luso-descendentes, lusófonos e sul-africanos.
O colóquio "Políticas e Práticas de Ensino de Português para as Comunidades Portuguesas", iniciado na terça-feira, termina hoje e contou com a participação de coordenadores do ensino no estrangeiro, conselheiros das comunidades e especialistas.
Organizado pela Secretaria de Estado das Comunidades e pelo Conselho das Comunidades Portuguesas, o colóquio pretende discutir a responsabilidade do Estado, o regime de funcionamento e o recrutamento de docentes no Ensino de Português no Estrangeiro, bem como a passagem da sua tutela do Ministério da Educação para o Ministério dos Negócios Estrangeiros.

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