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  Angola
Ministro do Interior indignado com quatro equívocos fatais da polícia
- 19-Dec-2007 - 19:44


O ministro do Interior angolano, Roberto Leal Monteiro, disse hoje em Luanda estar indignado com a morte de quatro jovens nas últimas 48 horas às mãos da polícia que actuou "à margem dos procedimentos legais".


A reacção de Leal Monteiro surge poucas horas depois de a cidade de Luanda ter assistido à morte de dois jovens actores durante a rodagem de uma película sobre delinquência juvenil, tendo os agentes confundido a cena com um assalto real.

Ainda durante este curto período, no mercado Roque Santeiro, no bairro da Sambizanga, o mesmo onde os actores foram mortos, mais dois jovens vendedores ambulantes foram mortos pela polícia económica, um dos quais veio a falecer durante o dia de hoje, no hopsital.

Roberto Leal Monteiro "Ngongo", citado pela Angop, referiu que os efectivos em causa "não estão enquadrados no espírito da corporação", e que estes "actuaram à margem dos procedimentos legais previstos nos regulamentos da Polícia Nacional".

"Não iremos descansar até que a todos os níveis se tenha a consciência de que os agentes da polícia são servidores públicos, ou seja, estão ao serviço da nação, devendo a prevenção de delitos constituir o seu principal objectivo de actuação", disse ainda "Ngongo"

O ministro sublinhou ainda a necessidade de "melhorar o sistema disciplinar" na polícia e preconizou a aplicação de sanções disciplinares e criminais aos agentes envolvidos nas mortes.

Entretanto, já na terça-feira, a Polícia Nacional de Angola criou, por decisão do seu comandante-geral, uma comissão de investigação às recentes mortes provocadas por agentes.

A comissão de investigação, segundo uma nota da Polícia Nacional (PN), vai averiguar os factos de rodearam o uso indevido de armas de fogo por parte da polícia.

A nota refere que a decisão de apurar em que condições se registaram os incidentes resulta do facto destes terem chocado a população e provocado dor e luto em algumas famílias.

Na segunda-feira, dois jovens actores foram mortos por agentes da PN que os confundiram com marginais. Os jovens filmavam uma cena para um filme sobre delinquência juvenil, no bairro de Sambizanga, em Luanda.

A notícia correu mundo e hoje chegou mesmo às páginas do norte-americano New York Times.

Na terça-feira, um vendedor ambulante foi morto a tiro no conhecido mercado Roque Santeiro, também no bairro de Sambizanga, alegadamente por razões fúteis, tendo um segundo falecido hoje no hospital pelos mesmos motivos.

Os agentes envolvidos nos incidentes foram detidos e aguardam em prisão preventiva as tramitações normais a cargo do Ministério Público.

A comissão criada pelo comandante-geral da polícia, Ambrósio de Lemos, deverá apresentar resultados num prazo de oito dias.

"A Polícia Nacional, com essa atitude, procura demonstrar o seu compromisso com a legalidade, transparência e com a sociedade, pautando assim pelos princípios elementares presentes num estado democrático e de direito, em que a liberdade da pessoa humana se afigura como um pilar da democracia", lê-se na nota.

"É apanágio da Polícia Nacional garantir a segurança do cidadão, pelo que acções contrárias a este princípio devem ser oportuna e exemplarmente combatidas", conclui.

Na versão da polícia, os agentes que balearam os actores terão sido chamados ao local por alguém por causa de um assalto, e, quando chegaram ao "plateau" depararam-se com dois jovens empunhando armas.

Desconhecendo que se tratava de uma encenação, abriram fogo. Só quando alguém gritou tratar-se de um filme é que os disparos terminaram.

Dois corpos estavam já no chão. A viatura da polícia, segundo a versão dos responsáveis pelas filmagens, deixou o local sem prestar auxílio.

Para trás deixou um ferido, também em consequência dos disparos inusitados.


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