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Projecto de 4 milhões de euros para meios rurais deprimidos
- 26-Dec-2007 - 14:38
A reabilitação de infra-estruturas e serviços sociais nos meios rurais deprimidos da Guiné-Bissau vai beneficiar de um programa avaliado em 5,6 milhões de dólares (quatro milhões de euros), em que a sociedade civil terá um papel central.
O Programa de Reabilitação e Desenvolvimento da Comunidade Rural, refere em comunicado o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA) da ONU, visa envolver habitantes de comunidades rurais economicamente deprimidas, administração pública, organizações não governamentais e sector privado no "desenvolvimento de iniciativas económicas e sociais para melhorar os rendimentos e condições de vida, simultaneamente reconstruindo as comunidades".
Está prevista a reconstrução de 65 quilómetros de estradas rurais, melhoria de serviços sociais básicos e fortalecimento de organizações de base, e também "realçar o papel dos grupos mais vulneráveis - mulheres e jovens -, na implementação de projectos e gestão dos processos de tomada de decisão a nível comunitário".
Avaliado em 5,6 milhões de dólares (quatro milhões de euros), o projecto conta com um apoio de 4,7 milhões de dólares das Nações Unidas.
O acordo de concessão do apoio foi assinado recentemente em Roma pelo ministro da Agricultura guineense, Daniel Suleimane Embaló, e pelo presidente do FIDA, Lennart Bage.
A restante verba será assegurada pelo governo guineense (800 mil dólares) e por outros participantes (92 mil dólares).
"As actividades do projecto serão desenvolvidas em torno de inovações propostas pelos próprios participantes. O fundo de iniciativa local vai assegurar o financiamento aos participantes que formem parcerias para criar novos projectos de desenvolvimento rural", refere o FIDA.
Estes participantes, adianta, farão parte da direcção do projecto, juntamente com representantes do governo, fornecedores de serviços e representantes de ONG".
Cristiana Sparacino, gestora do programa da FIDA para a Guiné-Bissau, afirma que "o cenário político evoluiu positivamente desde 1999", e que o apoio da comunidade internacional é fundamental para "ajudar a consolidar o novo enquadramento [político e institucional] e activar um processo de crescimento económico há muito adiado".

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