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Entrevista
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PGR nega arbitrariedade na detenção de jornalista Fernando Lelo
- 7-Jan-2008 - 17:10
A detenção em Cabinda do jornalista angolano Fernando Lelo, a 15 de Novembro, não envolve qualquer arbitrariedade, disse hoje, em Luanda, o Procurador-Geral da República (PGR).
Numa entrevista à Rádio Nacional de Angola (RNA), João Maria de Sousa explicou que existem no processo de detenção de Lelo, "indícios fortes de crimes contra a segurança de Estado", sendo essa a razão pela qual o jornalista se encontra há quase dois meses na cadeia de São Paulo, na capital angolana.
Depois de deixar, mais uma vez, claro que na altura da detenção, Lelo era funcionário de uma empresa privada, ligada aos petróleos, no enclave de Cabinda, e não jornalista, o PGR angolano informou que o processo envolve também militares.
O julgamento destes militares e de Fernando Lelo, que foi correspondente da Voz da América em Cabinda até quatro meses antes da sua detenção, decorrerá no território de Cabinda, para onde o processo será transferido, adiantou João Maria de Sousa.
O Procurador-Geral da República sublinhou também que Lelo terá "aliciado" militares das Forças Armadas Angolanas para a prática de crimes de rebelião.
No entanto, o advogado de Fernando Lelo, Eusébio Rangel, que a Lusa tentou contactar hoje sem sucesso, disse em Dezembro, quando o jornalista foi confrontado com os sete militares detidos no âmbito do mesmo processo para "prova de reconhecimento", que estes não se conheciam entre si.
A "prova de reconhecimento", a que o advogado assistiu, foi tentada pela Polícia Judiciária Militar, que conduz o processo.
O causídico apontou ainda como "sensata" a libertação de Lelo "para breve" por "impossibilidade de prova" dos crimes de que é acusado.
Na opinião de Eusébio Rangel, nenhum tribunal aceitará julgar este processo e o Ministério Público deverá mandar arquivar o caso, visto que a acusação de incentivo à rebelião não é sustentada em provas cabais.

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