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Valentim Amões, da UNITA ao MPLA, com muito sucesso nos negócios
- 20-Jan-2008 - 14:33
Valentim Amões, o empresário e dirigente do MPLA que ontem morreu no acidente aéreo em Angola, era considerado um dos homens de negócios angolanos de maior sucesso.
O empresário, de 46 anos, que viajava com um filho e uma sobrinha, bem como com os dois homens de negócios portugueses que também morreram no acidente, era o líder de um grupo económico com o seu nome, Valentim Amões, proprietário de 10 empresas, que vão do ramo da construção civil e da hotelaria, passando pelos diamantes, pela representação de marcas de refrigerantes internacionais, até à montagem de motorizadas, transportes, incluindo a aviação, e a banca.
Amões iniciou a sua actividade empresarial na província do Huambo, tendo sido, antes de integrar o MPLA, um destacado elemento da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), no tempo em que esta era liderada por Jonas Malheiro Savimbi.
O empresário, falecido na queda de um dos seus aviões próximo do Huambo, quando seguia de Luanda para o Planalto Central, juntamente com mais uma dezena de pessoas, entre as quais dois portugueses (Vasco Mendes de Almeida e Nuno Marques), estava ainda ligado a uma ONG, a Bembwa (Paz, em português) que actuava com maior predominância no Kuando-Kubango (sul), que apoiava crianças, principalmente mutiladas, vítimas da guerra.
O empresário angolano tinha ainda uma ligação aos Estados Unidos da América. Era membro da Corporate Cônsul, e, como avançou numa entrevista à WINNE (World Investment News), em 2005, o Grupo Valentim Amões patrocinou, juntamente com a BP e a Chevron-Texaco, uma missão comercial organizada pela Câmara de Comércio EUA-Angola.
O empresário foi ainda, segundo o próprio, em 2005, o facilitador da aproximação entre os governos da África do Sul e de Angola, em 1995, depois da invasão de 1975-1989, sendo ainda o representante da South African Airlines em Luanda.

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