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  Cabo Verde
Cruz Vermelha empenhada na auto-suficiência financeira
- 2-Jun-2003 - 19:11

A secretária executiva da Cruz Vermelha de Moçambique (CVM), Fernanda Teixeira, considerou hoje a auto-suficiência financeira e a formação de pessoal como "os desafios mais imediatos" da organização na "fase do pós guerra que o país atravessa".


Segundo Fernanda Teixeira, o fim do conflito armado, em 1992, que assolou Moçambique durante cerca de 16 anos, longe de diminuir as responsabilidades da CVM, "fez emergir a necessidade de se canalizar o apoio humanitário para outro tipo de alvos, que não as vítimas da guerra".

Em declarações à Agência Lusa, Fernanda apontou como algumas das novas preocupações da CVM o envolvimento em programas sobre o HIV- SIDA e noutros campos da saúde, bem como o apoio sistemático às vítimas das calamidades naturais que têm vindo a assolar Moçambique com muita frequência.

"Em lugar de abrandarmos o ritmo das nossas intervenções no campo do apoio humanitário, com o fim da guerra, em 1992, somos forçados a readaptarmo-nos a novas necessidades em termos de auxílio humanitário, colocadas, nomeadamente, pelo drama do HIV-SIDA e pelos desastres naturais a que Moçambique é propenso", sublinhou.

Fernanda Teixeira afirmou que a CVM deve concentrar-se no recrutamento e formação de pessoal que possa fazer face aos novos desafios da organização, depois de ter contado, durante mais de 10 anos, com um pessoal vocacionado para emergências humanitárias provocadas pela guerra civil.

Fernanda Teixeira disse ainda que o desenvolvimento de programas que possam criar a auto-suficiência financeira da CVM, de forma a tornar mais robusto o seu envolvimento no apoio humanitário, é outro dos desafios com que a organização se defronta, mormente numa altura em que os apoios externos podem diminuir a qualquer altura, devido às novas e crescentes prioridades da comunidade doadora.

"Temos de encontrar meios próprios de subsistência, uma vez que as doações da comunidade internacional não serão eternas", salientou Fernanda Teixeira.

A secretária executiva da CVM afirmou ainda que a organização funciona actualmente com um orçamento de cerca de seis milhões de dólares (cerca de 5,17 milhões de euros), valor coberto em quase 80 por cento por apoios externos.

A CVM, que vai acolher o fórum anual das organizações da Cruz Vermelha dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) de 05 a 08 deste mês, conta actualmente com pouco mais de 200 trabalhadores e mais de 4.000 voluntários espalhados pelas 10 províncias do país.

Os PALOP congregam Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.

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