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API «namora» empresários lusos e luso-descendentes no estrangeiro
- 3-Jun-2003 - 9:40
Os grandes empresários portugueses e luso-descendentes espalhados no mundo são a nova aposta da Agência Portuguesa para o Investimento (API), que aí vê um "potencial forte" e "pouco trabalhado" em termos de captação de investimento.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da API, Miguel Cadilhe, justificou assim o protocolo de cooperação assinado com a Confederação Mundial dos Empresários das Comunidades Portuguesas (CMECP), cujo objectivo é "conjugar meios e esforços com vista a captar mais e melhor investimento para Portugal".
"É um acordo de cooperação muito importante porque a diáspora empresarial portuguesa é um objectivo pouco trabalhado na óptica do investimento em Portugal", sustentou, considerando que "ali pode encontrar-se um misto de investidores de origem nacional e estrangeira com um potencial relativamente forte".
O presidente da CMECP, João Flores, destacou por sua vez os "importantes níveis de desenvolvimento social e económico" atingidos por muitos empresários portugueses e luso-descendentes no estrangeiro e que não devem ser esquecidos quando se trata de atrair investimento para Portugal.
Nos termos do protocolo assinado, API e CMECP comprometem-se a organizar acções conjuntas de promoção junto de grandes empresários portugueses e luso-descendentes e a promover encontros com empresários e altos quadros de direcção nacionais residentes no estrangeiro.
Propõem-se ainda promover o intercâmbio electrónico de informação não confidencial de ambas as instituições.
O objectivo é "detectar oportunidades de investimento" e "dar a conhecer as melhores práticas de promoção e captação de investimento estrangeiro", explicam.
Os países onde se concentram as principais comunidades portuguesas no exterior serão o principal alvo da API e da CMECP, que vêem maiores "probabilidades de êxito" em países como o Canadá, o Brasil e a Venezuela, além da América do Norte e da Europa.
Quanto aos sectores de actividade onde apostar, Miguel Cadilhe afirmou que a API não tem uma "atitude apriorística" nesta matéria, limitando-se a escolher "investidores que espera que tragam bom investimento para Portugal".
A Agência aplica, contudo, "critérios de mérito" na selecção do investimento, privilegiando sectores de bens e serviços internacionalmente transaccionáveis, que valorizam os recursos endógenos (como o turismo) e trazem mais cadeia de valor, competitividade, produtividade, tecnologia e mercado.
Sem avançar pormenores, Miguel Cadilhe remeteu para o próximo mês a primeira acção conjunta da API e da CMECP, afirmando apenas estar em causa um "conjunto de investimentos fortemente potenciadores de outros investimentos em Portugal".
Algo que, frisou, "poderá interessar a investidores nacionais e estrangeiros" e irá "pôr à prova o protocolo agora assinado".
Depois de recentemente ter afirmado que, na actual conjuntura económica, é muito difícil atrair investimento estrangeiro para Portugal, o presidente da API mostrou-se hoje "confiante, como sempre, mas ciente das dificuldades, numa conjuntura internacional não fácil e perante a iminência de alargamento da UE".

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