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Maria Barroso defende em Maputo plano de acção comum
- 5-Jun-2003 - 19:10
A presidente da Cruz Vermelha de Portugal (CVP), Maria Barroso, defendeu oje em Maputo a adopção de um plano de acção comum por partes das sociedades da Cruz Vermelha da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CVCPLP).
"Tendo por base um conjunto de traços comuns que nos unem, precisamos de estabelecer um plano de acção comum, para podermos desenvolver as nossas actividades de forma concertada", sublinhou Maria Barroso.
Em declarações à Agência Lusa, a propósito da realização do fórum anual das sociedades da CVCPLP que se iniciou hoje, em Maputo, Maria Barroso justificou a necessidade de um instrumento de trabalho conjunto, pelo facto das sociedades da CVCPLP se confrontarem com desafios idênticos no campo do apoio humanitário.
A ex-primeira dama de Portugal apontou o combate à SIDA, o apoio aos emigrantes e o envolvimento em programas de ensino, como os principais vectores que podem unir as sociedades da CVCPLP.
Sobre a participação daquelas organizações na problemática dos emigrantes, Maria Barroso destacou a necessidade de apoios à integração dos emigrantes nas sociedades de acolhimento.
"As sociedades da CVCPLP não se podem alhear da brutal realidade em que os emigrantes se encontram, devendo definir acções para reverterem essa situação", frisou.
Maria Barroso disse ainda que as sociedades da CVCPLP devem empenhar-se na busca da sua sustentabilidade financeira, para poderem fazer face à escassez de apoios, devido à crescente emergência de novas crise humanitárias, um pouco por todo o mundo.
A presidente da CVP defendeu o envolvimento da classe empresarial e a identificação de mais fontes de financiamento internacional, como algumas das alternativas que podem garantir a subsistência das CVCPLP.
Maria Barroso salientou, contudo, o imperativo de as sociedades da CVCPLP não descurarem a definição de planos de acção que tomem em conta as necessidades humanitárias específicas dos países em que actuam.
Nesse sentido, a presidente da CVP lembrou a actual crise humanitária, própria de uma fase pós-guerra, que uma significativa população angolana enfrenta e a necessidade de apoio humanitário às vítimas das calamidades naturais que ciclicamente ocorrem em Moçambique.
No fórum, que hoje se iniciou, estão representadas as sociedades da Cruz Vermelha de Portugal, Moçambique, Angola, Guiné Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.

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