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  Brasil
Novo embaixador na UNESCO quer classificar património do país
- 6-Jun-2003 - 17:22

Angola vai procurar que "pelo menos um sítio" no país seja classificado como Património Mundial da UNESCO, anunciou hoje em Paris o novo embaixador junto da organização, Jorge Marcelino Saguende.


Num encontro com jornalistas, Jorge Marcelino Saguende disse que já foi uma elaborada uma "lista indicativa" com algumas hipóteses de candidaturas, à frente da qual está a cidade de M'banza Congo, na província do Zaire, norte de Angola.

Segundo Jorge Marcelino Saguende, M'banza Congo é um dos "locais que representa o génio nacional" angolano.

A lista de candidaturas angolanas a património mundial da agência da ONU para a Educação, Ciência e Cultura inclui também algumas igrejas e fortalezas deixadas pela colonização portuguesa.

Saguende referiu que poderão ainda ser acrescentadas à lista casas em Benguela onde se reuniam os escravos antes de atravessarem o oceano Atlântico em direcção ao Brasil.

Posteriormente, pondera incluir património natural, como a Palanca Negra, uma espécie de antílope só existente em Angola, ou a Welwitschia, uma planta igualmente rara e existente no território angolano.

A delegação angolana na UNESCO vai agora, em colaboração com Luanda, "redimensionar" esta recolha para a entregar antes do final do ano ao Comité do Património Mundial.

Jorge Marcelino Saguende, um dos seis embaixadores que, no âmbito do processo de paz, foram recrutados na UNITA para representar o país no exterior, apresentou esta semana credenciais ao director-geral da UNESCO, o japonês Koichiro Matsuura.

Segundo Saguende, Koichiro Matsuura mostrou-se disponível para apoiar a recuperação do país, nomeadamente através do programa "Educação para Todos", a partir de Janeiro do próximo ano.

"Somos vítimas da crise iraquiana" admitiu o embaixador, ao referir a concentração de esforços da UNESCO naquele país, bem como o atraso da conferência internacional de doadores, que deveria definir a ajuda financeira a Angola.

"Os compromissos da comunidade internacional não foram cumpridos e Angola não pode pagar, sozinha, toda a factura", acrescentou.

O embaixador quer ainda apostar no desenvolvimento científico do país, principalmente em áreas que sirvam as necessidades actuais, como a construção de pontes, e no domínio da informação, nomeadamente nas novas tecnologias.

Actualmente, Angola pertence ao abinete internacional da educação, ao comité sobre o retorno de bens culturais e ao comité intergovernamental hidrográfico.

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