| Pesquisar |
|
|
| Notícias |
»
»
»
»
»
»
»
»
»
»
|
 |
| Canais |
»
»
»
»
»
»
»
»
»
»
|
 |
Siga-nos no
Receba as nossas Notícias

Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui |
|
| Serviços |
»
»
»
»
»
|
|
|
| |
Conversas
no
Café Luso |
|
|
|
|
Comunidades
|
|
Eleições para CCP com cinco países sem listas e 36 recandidatos
- 18-Apr-2008 - 14:41
Cinco países sem listas, 36 conselheiros que se recandidatam e acusações ao Governo de desinformação estão a marcar as eleições para o Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP) que se realizam no próximo domingo.
Os emigrantes vão a votos depois de atrasos na nova lei do CCP terem impedido que os novos conselheiros fossem eleitos quando o mandato do actual Conselho terminou, em Março de 2007.
Com a nova lei daquele órgão de consulta do Governo em matéria de emigração, o número de conselheiros eleitos vai ser reduzido para 63.
Para as eleições de domingo, destacam-se cinco países sem qualquer candidato entre os quais estão a Holanda e Espanha, onde existe uma extensa emigração portuguesa.
Angola, Índia e Cabo-Verde são os restantes países onde não há candidatos.
Dos actuais 96 conselheiros eleitos, apenas 36 voltam a recandidatar-se nas próximas eleições.
Os Estados Unidos é o país onde mais conselheiros se recandidatam: sete dos actuais nove conselheiros apresentaram listas (Carlos Nobre, Claudionor Salomão, João Pacheco, João Sousa, José Morais, José Figueiredo, Manuel Carrelo).
Segue-se o Brasil, com oito dos 15 conselheiros a recandidatarem-se (Alcides Martins, Ângelo Horto, António Cardão, Gentil de Sousa, João Pisco, José Alves, José Melo e Vasco Monteiro).
Também há conselheiros que são os únicos candidatos nos países onde residem, como é o caso da Suécia (Amadeu Batel), do Uruguai (Luís Panasco) e de Macau (José Pereira Coutinho).
Com oito conselheiros cada, França e Brasil são os países que vão eleger mais representantes.
Em França, país onde residem cerca de um milhão de portugueses e luso-descendentes existem dez listas candidatas.
Pelo círculo de Paris/Lille/Nantes há quatro listas encabeçadas por Paulo Marques (presidente da associação de autarcas portugueses e luso-descendentes CIVICA), José Maria da Silva, António Fonseca (do Colectivo de Defesa dos Consulados) e José Cardina.
Os três cabeças-de-lista concorrentes por Bordéus/Toulouse são José Rodrigues, Álvaro Pimenta e José Pereira, por Lyon/Clermont-Ferrand concorre José da Rocha, por Marselha/Ajaccio o cabeça-de-lista é Manuel Cabreira e pelo círculo de Estrasburgo concorre Juliette Araújo.
Outro destaque vai para o facto de o actual presidente do Conselho das Comunidades Portuguesas, Carlos Pereira, eleito por França, não se recandidatar.
No final do período de campanha eleitoral, têm surgido críticas ao Governo, com candidatos a acusarem o Executivo de desinformação.
Na Venezuela, Maria de Lourdes Almeida, líder da Lista B, disse durante um programa televisivo que "há muita falta de informação", que a comunidade não sabe o que é o CCP e qual a função dos conselheiros.
Também a secção do PSD de Paris acusou o Governo de estar a "apostar na fraca participação" dos emigrantes na eleição do CCP "ao não ter qualquer projecto para informar os portugueses em França da realização das eleições".
Outra polémica que surgiu prende-se com o facto de existirem países que não permitem a colocação de mesas de voto fora dos consulados de Portugal, como o Canadá, França e Alemanha, o que já motivou uma intervenção da eurodeputada do PCP Ilda Figueiredo na Comissão Europeia sobre essa matéria.

Ver Arquivo
|
|
 |
| |
|
| |
|
|
|
|
|