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Entrevista
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Seis novos furos a abrir em 2009 na Zona Desenvolvimento com Nigéria
- 28-Apr-2008 - 14:22
O presidente da Zona de Desenvolvimento Conjunto (ZDC) São Tomé e Príncipe - Nigéria, Jorge dos Santos, anunciou hoje que a prospecção de petróleo em quatro dos blocos já adjudicados vai avançar em 2009 com seis novos furos.
"Estão a ser feitos intensos esforços para assegurar plataformas de prospecção off-shore a grandes profundidades, para a perfuração destes blocos", afirmou Jorge dos Santos, numa cerimónia na Universidade de Abuja, Nigéria, citado pela Agência de Informação Africana (APA).
Dos seis blocos adjudicados na ZDC, quatro têm já assinados contratos de partilha de produção: Bloco 1 (operado pela norte-americana Chevron), 2 (Sinopec), 3 (Anadarko) e 4 (Addax).
Os actuais máximos históricos do preço do petróleo têm levado a uma "corrida" ao equipamento de pesquisa, tornando mais difícil o arranque de trabalhos em várias zonas do globo.
A Addax, parceira da chinesa Sinopec, afirmou recentemente que a pesquisa nos blocos 2, 3 e 4 deveria arrancar até final deste ano, com a abertura de 10 furos.
A petrolífera com sede na Suíça comprou no início do ano a participação da norte-americana Exxon Mobil no Bloco 1, da qual passou também a ser o segundo maior accionista, com 40 por cento do capital.
O Bloco 1 foi o primeiro a ser perfurado, no furo Obo-1, onde foram detectados vestígios de hidrocarbonetos, em 2006.
Em Abuja, Jorge dos Santos adiantou ainda que os dois concursos para atribuição de licenças petrolíferas permitiram a arrecadação de 400 milhões de dólares (256 milhões de euros) para os dois países, sobretudo através de bónus de assinatura.
Santos falava durante a cerimónia de entrega de 22 computadores à universidade nigeriana, no âmbito das acções de responsabilidade social da Anadarko.
Na semana passada, em entrevista à Lusa, o primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, Patrice Trovoada, afirmou que até Dezembro o novo concurso de adjudicação de blocos petrolíferos na zona económica exclusiva são-tomense estará em condições para arrancar, o que poderá vir a acontecer só em 2009.
"Temos de ver o que os outros países estão a fazer, ver quais são as rondas de licenças previstas em Angola, Nigéria, no Golfo da Guiné. Temos de escolher o momento certo. Não tem muito a ver com o nosso nível de preparação", frisou.
"Até ao fim do ano estaremos prontos em termos de dados, documentação, e depois temos de escolher em função dos orçamentos das empresas de petróleo e oferta no golfo da Guiné qual é o momento mais oportuno", afirmou Trovoada.
Esta semana, a empresa responsável pelos estudos sísmicos na zona económica exclusiva são-tomense estará em São Tomé, e uma vez concluída esta fase será necessário a habitual promoção do concurso nas principais "praças" petrolíferas mundiais.

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