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  Entrevista
TAAG prepara abertura de rota para a China e aumento para o Brasil
- 19-May-2008 - 15:11


A TAAG está a preparar a abertura de uma rota para a China e quer aumentar a frequência dos voos para o Brasil, afirmou o director comercial da transportadora aérea angolana, José Venâncio.


Em entrevista ao Jornal de Angola, o director da transportadora actualmente impedida de entrar no espaço aéreo europeu, afirmou que a rota para a China deverá ser inaugurada até final do ano, dependendo apenas de "luz verde" por parte de Pequim.

A abertura da rota, adiantou, justifica-se pelas crescentes relações bilaterais entre os dois países, que estão a gerar maior procura de ligações aéreas.

A China tem-se assumido como principal financiador da reconstrução das infra-estruturas angolanas, com um apoio estimado em sete mil milhões de dólares (cerca de 4,5 mil milhões de euros), através de duas linhas de crédito do banco público de apoio ao comércio externo (Eximbank) e uma outra do Fundo Internacional da China.

A contrapartida ao financiamento é o fornecimento de petróleo à China, país que tem este ano em Angola a principal origem da matéria-prima, à frente da Arábia Saudita.

Na entrevista ao Jornal de Angola, José Venâncio afirma que também em relação ao Brasil a procura existente justifica maior oferta, neste caso aumentando a frequência de três para quatro ou cinco voos semanais, e eventualmente um por dia.

“O tráfego, a demanda, assim o exige. Eu penso que o Brasil vai evoluir como evoluiu Lisboa para voos diários”, afirmou José Venâncio.

No ano passado, marcado pela entrada na "lista negra" da União Europeia por falta de segurança nos voos, a TAAG facturou 370 milhões de dólares (237 milhões de euros).

Nas perspectivas da TAAG está ainda o reforço das operações em África, em particular escalando Libreville (Gabão), Malabo (Guiné Equatorial) e Cotonou (Benim).

“Estamos a estudar a possibilidade de podermos conjugar dois países, ou os três, com uma das outras rotas já existentes (...) podermos ir a um determinado país buscar tráfego para levar para outro. Se fizermos, por exemplo, Luanda-Kinshasa-Cotonou, ao chegar a Kinshasa, podemos levar tráfego para Cotonou”, salientou José Venâncio.

Na semana passada, a transportadora angolana inaugurou a rota Luanda-Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.


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