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  news  
Órgãos do Estado angolano
só fazem fretes ao MPLA

- 11-Jun-2008 - 20:05


A informação nesses meios é tratada de forma parcial, frequentemente sem objectividade e rigor, diz Fernando Macedo

O professor universitário e presidente da Direcção da Associação Justiça, Paz e Democracia (AJPD), Fernando Macedo, afirmou recentemente, na sua coluna quinzenal denominada “Sem Meias Palavras” publicada no “Semanário Angolense (SA)”, que os órgãos de Comunicação Social do Estado (TPA, RNA e Jornal de Angola) fazem propaganda permanente a favor do Governo e do MPLA, prática que é inconstitucional e ilegal.

"A UNITA vai coligada, porquê e como?", crónica de Eugénio Costa Almeida. "Já sei quais serão os resultados das eleições...", texto de Jorge Eurico.


Por Jorge Eurico

“A informação é tratada de forma parcial, frequentemente sem objectividade e rigor. Por exemplo, basta comparar a distribuição do tempo concedido à informação e notícias relacionadas com o Governo e o MPLA com o tempo e tratamento concedidos à informação e notícias relacionadas com os restantes partidos políticos e Organizações da Sociedade Civil (OSC)”, sublinhou.

No seu extenso e não menos interessante artigo de opinião, Fernando Macedo apontou o dedo acusando a TPA, RNA e o Jornal de Angola de não cumprirem cabalmente o dever de informar o público com verdade, independência, objectividade e isenção sobre todos os acontecimentos nacionais e internacionais, assegurando o Direito dos cidadãos à Informação correcta e imparcial.

O activista cívico não ficou por aí foi mais longe denunciado que a TPA, RNA e o Jornal de Angola não têm cumprido o dever de promover a boa governação e a administração correcta da Coisa Pública e de não asseguram a Livre Expressão da Opinião Pública e das Organizações da Sociedade Civil (OSC).

Entretanto, a directora-geral adjunta para informação da Agência de Angola Press (Angop) é, há cerca de 30 dias, a coordenadora do Gabinete de Imprensa da “task-force” para a campanha eleitoral do MPLA em Luanda.

Luisa Damião (jornalista que, nesta sua nova condição, passa a estar, de facto e de jure, subordinada ao ministro da Comunicação Social, Manuel Rabelais, e ao primeiro secretário do partido no poder em Luanda, Bento Bento) foi apresentada recentemente na capital do País, numa cerimónia em que foram igualmente anunciados 21 nomes de membros do MPLA, que doravante, terão a responsabilidade de dirigir a campanha eleitoral do partido no poder.

Recorde-se que a Agência Angola Press – empresa pública, abreviadamente Angop – é uma instituição de grande dimensão, dotada de personalidade jurídica e de autonomia administrativa, financeira e patrimonial.

A Angop foi fundada em Luanda em Julho de 1975 e o seu primeiro despacho data de 30 de Outubro de 1975. Goza de autonomia e independência editorial ao abrigo da Lei n.º 9/75 de 15 de Setembro e da Lei n.º 22/91 de 15 de Junho.

A Angop tem como objectivo recolher, tratar e distribuir, em regime exclusivo tanto em Angola como no exterior, notícias com base numa informação objectiva sobre as actualidades nacional e internacional.

Fornece, por ligação electrónica ou telex, directamente ou por outras previamente acordadas, notícias aos órgãos de informação nacionais e estrangeiros, na base de compromissos para esse efeito assinados.


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