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Pedro Pires defende reforço de relações com o Brasil
- 9-Jun-2003 - 19:27
O presidente de Cabo Verde, Pedro Pires, defendeu segunda-feira, em Fortaleza, durante a abertura do Fórum Brasil-África, um maior conhecimento recíproco sobre as realidades brasileira e africana.
"Brasil e África não se conhecem bem, apesar de suas relações seculares. (...) Desconhecimento e indiferença de ambas as partes e, por vezes, alguma falta de visão de longo prazo desperdiçaram oportunidades que se abriram às relações afro- brasileiras no passado", afirmou.
Pedro Pires disse que dirigentes, políticos e empresários devem ter em conta uma "visão de futuro e não apenas interesses de curto prazo".
"A África hoje requer investimentos éticos e solidários, integradores e capacitadores dos africanos", disse Pedro Pires.
O presidente cabo-verdiano salientou que há interesses convergentes entre a África e o Brasil e que muitas experiências podem ser compartilhadas, como os programas brasileiros de combate à fome e à SIDA.
"É preciso aproveitar a vontade política que hoje existe dos dois lados para estabelecer um relacionamento mais intenso, regular e proveitoso", acrescentou.
Pedro Pires afirmou ainda que a África lançou novas bases com a Nova Parceria para o Desenvolvimento da África (NEPAD) e a União Africana, mas que a mídia internacional minimiza os esforços de democratização, governação dos Estados e resolução de conflitos no continente, privilegiando as catástrofes.
O presidente de Cabo Verde defendeu também uma "governação mundial mais justa, que tenha em conta os interesses dos países do Sul, e uma mundialização inclusiva" que não reproduza a marginalização de povos menos favorecidos.
Após a abertura do Fórum Brasil-África, Pedro Pires participou da coroação da rainha do Maracatu, a mais tradicional dança dramática de origem afro-brasileira presente na cultura do povo do Ceará, apresentada pelo grupo Az de Ouro.
Proveniente das coroações de Reis do Congo, o Maracatu apresenta um ritmo compassado, tocado por caixas, bumbos e chocalhos, e a maioria de seu elenco - baianas, índios, pretos- velhos e a corte - apresenta-se com cara pintada de uma mistura de fuligem e vaselina .

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