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  Entrevista
Alto cargo na ONU deixa Ramos-Horta em «grande dilema»
- 19-Jun-2008 - 16:31


O Presidente da República de Timor-Leste, José Ramos Horta, admitiu hoje em Díli que a candidatura ao cargo de alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos o deixou num "grande dilema".


"Estou reluctante porque fui eleito por cinco anos para chefe de Estado e porque gosto de estar aqui no meu país", afirmou hoje José Ramos Horta em conferência de imprensa.

"Mas se aceitar o cargo, posso ajudar outros países e Timor-Leste poderia ter uma contribuição para a comunidade internacional", acrescentou.

O nome de José Ramos Horta está entre a lista restrita de candidatos ao lugar de alto comissário de Direitos Humanos, conforme a agência Lusa noticiou a 20 de Maio.

O presidente timorense explicou hoje que a sua escolha seria mais fácil "se o país estivesse cem por cento estável e (o Presidente da República) não fizesse tanta falta".

O chefe de Estado timorense remeteu a sua decisão para depois de uma conversa telefónica que terá nos próximos dias com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e que poderá levá-lo a aceitar ser entrevistado pelo painel de selecção do alto comissário.

"É uma decisão muito difícil de tomar e que tenho ponderado muito. Tenho consultado com várias entidades timorenses e com amigos internacionais", acrescentou.

José Ramos Horta referiu ter ouvido o primeiro-ministro, Xanana Gusmão, o secretário-geral da Fretilin, Mari Alkatiri, a ex-ministra da Administração Estatal e sua primeira mulher, a deputada Ana Pessoa, e o presidente do Partido Social Democrata (PSD) e ex-governador sob a ocupação indonésia, Mário Viegas Carrascalão.

O chefe de Estado timorense afirmou hoje que, após uma abordagem inicial de vários países, rejeitou a ideia de se candidatar, em favor de permanecer em Timor-Leste e cumprir o mandato de cinco anos para o qual foi eleito em Maio de 2007.

No entanto, "perante a insistência desses países", José Ramos Horta reconsiderou a ida para Genebra (Suíça), sede do Alto Comissariado, e ainda não abandonou a corrida.

"É um lugar muito difícil que não deve ser ocupado por alguém que seja apenas jurista. Deve ser ocupado por alguém com experiência política e diplomática", perfil que o próprio Ramos Horta diz possuir.

"Alguns países comunicaram-me que apoiavam a minha candidatura porque eu correspondo ao perfil do cargo, que exige alguém capaz de criar pontes e de estar à-vontade entre as superpotências ou os países em desenvolvimento", adiantou.

Na hipótese de se candidatar ao cargo e de vir a ser escolhido, Ramos Horta poderia ser substituído por eleições presidenciais antecipadas ou por uma escolha do Parlamento entre os seus deputados, explicou hoje o chefe de Estado.

"Esta seria a opção mais inteligente num cenário da minha saída", defendeu o Presidente da República.

José Ramos Horta confirmou ter proposto a ideia, ainda que de forma preliminar, à Aliança para Maioria Parlamentar (AMP) e ao maior partido da oposição, a Fretilin.

"O benefício para Timor-Leste, como tal, não seria nenhum se eu ocupar o cargo, mas seria um timorense a ocupar um dos cargos mais importantes das Nações Unidas", respondeu o presidente timorense quando questionado pela Lusa sobre o impacto pessoal e político da sua candidatura.


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