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São Tomé quer parceria estratégica com interesses mútuos
- 30-Jul-2008 - 16:55
O governo de São Tomé e Príncipe pretende construir com Angola uma "parceria estratégica com interesses mútuos", afirmou hoje, em Luanda, o chefe do executivo são-tomense, Rafael Branco.
Falando aos jornalistas no final de uma audiência de cerca de 40 minutos com o Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, o primeiro-ministro são-tomense ressalvou que, quando se enquadra a relação bilateral num sentido estratégico, "tudo fica mais fácil".
“Quando nós enquadramos a nossa relação num sentido estratégico fica tudo mais fácil de ser equacionado e de serem salvaguardados os interesses naturais de cada um dos nossos Estados”, frisou, adiantando que a principal razão da visita oficial que efectuou a Angola, hoje terminada, é precisamente o reforço da cooperação.
“O encontro foi muito positivo e o Presidente (Eduardo dos Santos) tomou nota destas intenções e mais uma vez reafirmou, em nome do povo e do Governo de Angola, a posição permanente de apoio e solidariedade aos sao-tomenses e ao meu país”, disse Rafael Branco, que deixou Luanda no início da tarde, .
A realização das eleições legislativas em Angola, marcadas para 05 de Setembro próximo, foi igualmente um dos assuntos abordados no encontro, tendo Rafael Branco afirmado que a percepção, pelos angolanos, dos valores da paz e do sistema democrático são sinais de que a votação "vai correr dentro da normalidade".
“As eleições em Angola vão ser mais uma oportunidade para o povo angolano, no seu quadro democrático, manifestar a sua preferência relativamente à condução do país e para renovar o seu compromisso com a construção de um país moderno”, disse Rafael Branco.
Antes de deixar Luanda, a delegação do primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe assinou um documento designado por “Processo Verbal”, onde estão explícitos os resultados do encontro entre Rafael Branco e o seu homólogo angolano, Fernando da Piedade Dias dos Santos (“Nandó”), e que os ministros de ambos país mantiveram em separado.
O documento foi assinado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades são-tomense, Carlos Alberto Tiny, e pelo ministro dos Petróleos angolano, Desidério Costa.
Após o acto, Carlos Alberto Tiny disse que o documento “vai traduzir-se em questões concretas, tais como o reforço da colaboração entre os dois países”.
“Vamos esperar que se desenvolva o processo eleitoral em Angola e, na sequência disso, vamos avançar com passos concretos”, salientou.
Por sua vez, o ministro dos Petróleos angolano garantiu que Angola vai dar a São Tomé e Príncipe a ajuda necessária para o desenvolvimento do sector petrolífero do arquipélago.
“No sector dos petróleos, vamos transmitir aquilo que nós podemos colher e aprender de outros países, que tinham mais experiência do que nós e ajudaram Angola a chegar ao nível que está hoje, como é o caso da Argélia”, disse.
Um comunicado final frisou que a visita de Rafael Branco a Angola inseriu-se no âmbito do reforço das relações de amizade e solidariedade e visou o estabelecimento de uma parceria estratégica.
De acordo com o mesmo documento, os dois primeiros-ministros analisaram a conjuntura regional, continental e internacional e constataram a coincidência de pontos de vista, bem como expressaram a necessidade de manterem consultas regulares em diferentes níveis.
No final, Rafael Branco convidou o seu homólogo a visitar o arquipélago são-tomense, o que foi aceite por Fernando Dias dos Santos “Nandó”.
Além de Carlos Alberto Tiny, a comitiva do chefe do executivo são-tomense integrou os ministros da Defesa, Elsa Pinto, do Plano e Finanças, Ângela Veigas, das Obras Públicas, Benjamim Vera Cruz, e do Trabalho e Solidariedade, Maria Tomé.
Angola e São Tomé e Príncipe cooperam nos domínios da formação de quadros, petróleos, comunicação social e defesa.

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