| Pesquisar |
|
|
| Notícias |
»
»
»
»
»
»
»
»
»
»
|
 |
| Canais |
»
»
»
»
»
»
»
»
»
|
 |
Siga-nos no
Receba as nossas Notícias

Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui |
|
| Serviços |
»
»
»
»
»
|
|
|
| |
Conversas
no
Café Luso |
|
|
|
|
Entrevista
|
|
Ministra da Economia desmente suspensão de venda de terrenos a estrangeiros
- 7-Aug-2008 - 21:41
A Ministra da Economia, Crescimento e Competitividade, Fátima Fialho, desmentiu hoje que o Governo de Cabo Verde tencione suspender a venda de terrenos a investidores estrangeiros, de forma a preservar a propriedade fundiária.
Alexandre Fontes, presidente da Cabo Verde Investimentos, instituição vocacionada para a promoção de investimentos externos, disse ao jornal "A Semana", que o Governo decidiu suspender a venda de terrenos a estrangeiros para "preservar a maior riqueza das ilhas, a terra".
De acordo com Fontes, esta foi a forma que o Governo encontrou para evitar a especulação imobiliária em Cabo Verde.
Entrevistada pela Rádio Nacional a ministra declarou que a informação "não corresponde à verdade".
Fátima Fialho garantiu, por seu lado que o governo mantém a sua política em relação ao regime de disponibilização de terrenos do Estado para empreendimentos imobiliários e turísticos.
"Não corresponde à verdade. A política deste governo de promover investimentos externos e de negociar com cada promotor vai continuar a ser a mesma. Cada vez que há uma proposta de um investidor, quer externo quer nacional, ela é analisada. Cada caso é um caso e portanto mediante as propostas feitas há uma série de alternativas que se põe", adiantou.
Sobre a especulação imobiliária, a Ministra da Economia, Crescimento e Competitividade referiu que a venda de terrenos para a execução de empreendimentos imobiliários e turísticos é a prática mais corrente e munca a venda de terrenos para efeitos especulativos.
O presidente da PROMITUR, Associação de promotores Imobiliários Turísticos, Olavo Correia, considerou que se a suspensão da venda de terrenos fosse verdade poderia provocar uma grave crise no sector imobiliário-turístico.
"Se isso fosse verdade, teria implicações nefastas para a indústria imobiliária turística em Cabo Verde, diria até que parava esse negócio", afirmou.

Ver Arquivo
|
|
 |
| |
|
| |
|
|
|
|
|