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Companhia Vale do Rio Doce (Brasil) quer fábrica de alumínio em Moçambique
- 11-Jun-2003 - 18:47
A Companhia brasileira Vale do Rio Doce (CVRD) vai fazer um estudo de viabilidade para a construção de uma fundição de alumínio na Beira no valor de 855 milhões de euros (mil milhões de dólares), disse quarta-feira à Lusa fonte do governo moçambicano.
O memorando de entendimentos para o estudo de viabilidade económica será assinado durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Moçambique no próximo mês de Agosto.
Uma delegação moçambicana, que participa do II Fórum Empresarial da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Beberibe, a 70 quilómetros de Fortaleza, segue quarta-feira para o Rio de Janeiro para se encontrar com a administração da CVRD.
A fundição de alumínio será um projecto complementar à exploração das minas de carvão de Moatize, em Tete.
O carvão de queima seria utilizado para construir uma central termoelétrica e essa energia seria usada para a futura fundição de alumínio.
Até o próximo mês Moçambique deverá anunciar o nome do consórcio vencedor do concurso para a construção da linha ferroviária entre a Beira e Moatize, onde ficam as reservas de carvão.
O grupo que vencer o concurso ficará com a exploração das minas de carvão, segundo fontes oficiais do governo de Moçambique.
A CVRD aliou-se à Companhia de Desenvolvimento Industrial da África do Sul (IDC), que é estatal para disputar o concurso contra um grupo chinês interessado também na exploração do carvão.
O projecto da construção da linha de caminho de ferro e exploração do carvão de Moatize está estimado em 598 milhões de euros (703,5 milhões de dólares).
"O Brasil tem investimentos insignificantes em Moçambique. Mas se a Vale se instalar em nosso país, o Brasil passará a ser o segundo maior investidor em Moçambique logo depois da África do Sul", admitiu à Lusa Sérgio Carlos Macano, assessor do ministro moçambicano da Indústria e Comércio para grandes projectos.
Sérgio Carlos Macano acredita que "se a Vale investir em Moçambique, vai arrastar uma série de outras multinacionais brasileiras que poderão aproveitar-se dos investimentos que a CVRD vier a fazer no país".

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