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  Entrevista
Kumbá Ialá promete prender narcotraficantes se vencer legislativas
- 10-Nov-2008 - 11:21


O líder do Partido de Renovação Social (PRS) da Guiné-Bissau, Kumba Ialá, prometeu à agência Lusa que vai prender os narcotraficantes a operar no país e entregá-los à comunidade internacional, caso vença as legislativas de domingo.


“Com a vitória do PRS, a primeira decisão é prender todos os traficantes de droga e entregá-los à comunidade internacional para serem julgados”, afirmou o antigo presidente guineense em entrevista à Lusa.

“Essa será a responsabilidade do Estado guineense”, disse, apelando à comunidade internacional para intervir na Guiné-Bissau para “prender as pessoas que põem droga no país”.

Segundo Kumba Ialá, o problema do narcotráfico coloca em causa a “saúde pública, o futuro das gerações e a continuidade do Estado da Guiné-Bissau”.

“Nós temos um país essencialmente agrícola, temos o mar que está cheio de pescado (…) por isso não temos interesse em comprar e vender droga”, salientou.

Sobre o projecto do PRS caso ganhe as legislativas de dia 16, Kumba Ialá afirmou que vai “cultivar as pessoas para aprenderem a democracia”.

“Na nossa política nós rejeitamos a violência. Pautamos sempre a nossa política pelo espírito de paz, de unidade nacional, democracia, tolerância e o diálogo aberto”, sublinhou o líder da segunda maior força política guineense.

Kumba Ialá garantiu também que o “PRS controla totalmente o país sem excepção” e prometeu que regressa sexta-feira a Bissau, último dia da campanha, para fazer “explodir a cidade”.

“Vamos arrombar com aquilo tudo, porque não temos adversário”, garantiu, sublinhando, contudo, que a explosão é “pacífica e democrática”.

Questionado sobre quem será o primeiro-ministro caso o PRS vença as eleições, Kumba Ialá disse que “isso é um segredo”.

“Vai ser um primeiro-ministro que vai contar com os portugueses no plano externo”, adiantou.

“Nós com a nossa vitória eleitoral não vamos governar sozinhos. Vamos seleccionar valores da sociedade independentemente da cor política para servir a Guiné-Bissau”, concluiu Kumba Ialá.

O presidente do PRS, a viver em Marrocos desde 2005, após a vitória de João Bernardo “Nino” Vieira nas presidências, recusou ser o primeiro-ministro guineense, não tendo revelado ainda que vai ser apontado para a chefia do governo caso aquela formação política vença as legislativas.

No próximo domingo, cerca de 550 mil eleitores guineenses votam nas legislativas do país, podendo escolher entre 19 partidos e duas coligações.


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