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Insegurança alimentar afecta 36 mil pessoas, diz o Governo
- 27-Nov-2008 - 14:36
Mais de 36 mil pessoas em São Tomé e Príncipe vivem em insegurança alimentar, revelou um estudo efectuado durante um ano pelo Governo são-tomense, com o financiamento do Programa Alimentar Mundial (PAM).
Numa população estimada em 142 mil habitantes, dez por cento do total das famílias têm uma alimentação pobre e, por vezes, não conseguem receber um refeição por dia, e outros 12 por cento alimentam-se de forma deficiente, com redução do número de refeições forçada por razões económicas.
No total, há 36 mil pessoas em insegurança alimentar em São Tomé e Príncipe, conclui o estudo do executivo de São Tomé e do PAM.
"O estudo consistiu fundamentalmente em saber quem são as pessoas que em São Tomé e Príncipe estão em situação de insegurança alimentar, quais são as causas e que tipo de intervenção será necessária", disse Diógenes Espírito Santo, representante do PAM em São Tomé e Príncipe.
O estudo foi validado na quarta-feira, num encontro realizado no Palácio dos Congressos, na capital são-tomense.
Segundo Diógenes Espírito Santo o objectivo do estudo foi "identificar potenciais beneficiários que possam vir a ser objecto de assistência do PAM" e conceber outras intervenções a serem assumidas por outros parceiros.
O documento de mais de 200 páginas diz ainda que as populações dos distritos de Mé Zochi, Caué, Água Grande e da ilha do Príncipe são as que mais sofrem em termos de alimentação.
O estudo recomenda que "seja incentivada a produção agrícola nacional", melhoradas as vias de acesso das comunidades rurais para o escoamento dos seus produtos e maior utilização dos recursos naturais.
O representante do Programa Alimentar Mundial disse que as áreas identificadas podem vir a beneficiar do financiamento de outras agências das Nações Unidas.
"Outras agências das Nações Unidas, outros parceiros de São Tomé e Príncipe manifestaram-se disponíveis para prestar assistência noutras áreas de intervenção", acrescentou.

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