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Presidente Guebuza lança nova estratégia de combate à Sida
- 1-Dec-2008 - 15:31
O Presidente moçambicano, Armando Guebuza, lançou hoje a nova estratégia de aceleração da prevenção da infecção pelo HIV, vírus que provoca a Sida, documento que define oito áreas prioritárias de acção, incluindo a prática de circuncisão masculina.
A evidência de estudos epidemiológicos efectuados revelou uma redução de transmissão do HIV da mulher para o homem nos casos em que este é circuncisado.
Segundo a estratégia de aceleração da prevenção da infecção pelo HIV, a prática de circuncisão masculina, em Moçambique, é variável de uma província para outra e até de um para outro distrito.
A comunidade que mais adere à prática de circuncisão masculina no país é muçulmana, que representa aproximadamente 18 por cento da população, de um universo de aproximadamente 20 milhões de habitantes.
Dados hoje divulgados, por ocasião do Dia Mundial de Combate à Sida, dão conta que 16 por cento da população moçambicana, entre os 15 e 49 anos, está infectada com o vírus HIV.
Em Moçambique, o vírus da Sida é transmitido, em mais de 90 por cento dos casos, sobretudo através de relações sexuais, distinguindo-se dois tipos de factores impulsionadores: existência de relações sexuais com múltiplos parceiros e sem ou com baixo recurso a protecção pelo preservativo, e sociais e estruturais, designadamente a mobilidade populacional, desigualdades de género e económicas.
As autoridades sanitárias moçambicanas apontam a falta de colaboração entre os profissionais de saúde, assim como os responsáveis destes nas comunidades, e a maneira como a circuncisão é feita nos ritos de iniciação - o uso de material não esterilizado - como alguns dos aspectos que fragilizam esta prática.
Por isso, a nova estratégia de aceleração da prevenção da infecção pelo HIV hoje lançada pelo chefe de Estado moçambicano recomenda a realização de campanhas educativas sobre a circuncisão, envolvendo as autoridades comunitárias, “uma vez que se reconhece a sua relação directa com os hábitos e costumes locais”.
“Ainda que se reconheça a prova científica sobre o efeito da circuncisão na redução da transmissão do HIV da mulher para o homem, há necessidade de aprofundamento do contributo que esta área poderá prestar como elemento adicional aos esforços para a prevenção do HIV das Infecções de Transmissão Sexual”, define a estratégia.
O chefe de Estado indicou que o seu governo definiu também como áreas prioritárias o incentivo ao uso de preservativo masculino e feminino, a prevenção da transmissão da infecção do HIV da mãe para filho, o acesso ao tratamento, aconselhamento e testagem em saúde, identificação de uma plataforma de grupos de alto risco e detecção precoce e tratamento das infecções de transmissão sexual.

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