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Eugénio Costa Almeida



Desabamento do DNIC já esquecido?


Depois do que li n’ O Apostolado, ou seja, desmoronamento do edifício-sede do Corpo de Segurança dos Diamantes, nada mais evidente constatar que o desabamento do edifício do DNIC, e subsequentes mortes que o mesmo causou, em Março passado, parece que já foi liminarmente esquecido.


Sabemos que é e parece haver vontade de tornar a cidade de Kianda numa floresta de betão. Como li há dias algures escrito por alguém, honestamente não me recordo quem, que a cidade de Luanda, nomeadamente a marginal, caminhava para uma nova Manhattan ou Dubai devido, pelo que percebi, aos seus elegantes e espigadíssimos imóveis como, não poucas vezes, me fazem chegar as suas imagens pré e pós construção.

Que se queira construir para dar uma imagem de uma cidade nova e moderna, até nem contesto. Mas há que o fazer sem espezinhar ninguém, assenhorar-se indevidamente de terrenos alheios sem compensação e, principalmente, analisar bem os terrenos onde construir e os adjacentes.

A construção desenfreada e inconsequente pode provocar muito do que, ultimamente, acontece em Luanda: cheias, cheias, cheias descontroladas e aluimentos de terrenos.

A cidade não tem, ainda e se nada fizerem nem tão cedo, condições para crescer como estão a fazer. E dar a construção a empresas que caiem do céu sem conhecerem, realmente, as terras e os morros que formam e formaram Luanda é criar condições para novos desmoronamentos e inúmeras vítimas.

Quem tem feitos os estudos geológicos da cidade? Com que critérios? Com que conhecimentos? Não basta um canudo e uma licenciatura para se estar capacitado para ver se um terreno é bom ou não para construção. Esquecem-se a maioria das empresas construtoras sedeadas em Angola que os terrenos de Luanda e de outras cidades angolanas não são, nem pouco mais ou menos, parecidos com os da Europa ou mesmo do Brasil.

Além de estarmos a permitir a construção pelo último passo: pelo telhado. Esquecendo-se o saneamento básico e as infra-estruturas básicas e exigíveis que se deveria fazer antes de construir.

O problema é que em Angola como em outros sítios o que interessa é mostrar “obras” mesmo que de fachada sem se preocuparem com as mais básicas e exigentes condições de sobrevivência humana, como a água, a electricidade, o saneamento básico, redes viárias de apoio, entre outros.

Há que construir, construir, construir. E se a casa do vizinho cair, paciência. A culpa é do vizinho que não deveria lá estar…

3/Dez/2008
elcalmeida@gmail.com
http://elcalmeida.net



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