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  Angola
Presidente chinês apela ao «aprofundamento da parceria»
- 17-Dec-2008 - 16:14


O Presidente chinês, Hu Jintao, apelou hoje ao “aprofundamento da parceria sino-angolana”, defendendo a criação de “um mecanismo que oriente e coordene a cooperação económica bilateral”.


O “vigor” daquela parceria - disse Hu Jintao num encontro com o seu homologo angolano, José Eduardo dos Santos - “exige que os dois países prestem mais atenção à cooperação na área da cultura humana”, nomeadamente nos domínios da “educação, jornalismo, magistratura e desporto”.

Segundo a agência noticiosa oficial chinesa, Hu Jintao defendeu também o “alargamento” da cooperação económica e comercial ás telecomunicações, agricultura e outras áreas.

A China vai enviar técnicos para ajudar Angola a desenvolver a sua agricultura, anunciou o Presidente chinês.

Hu Jintao defendeu ainda que os dois países devem “cimentar a cooperação” na ONU e outras instituições internacionais multilaterais para “resolverem conjuntamente possíveis desafios” e “impulsionar a criação de uma ordem internacional mais justa”.

O Presidente angolano, segundo a mesma fonte, qualificou a China como “um parceiro estratégico”, considerando as relações sino-angolanas “um bom exemplo para os países em vias de desenvolvimento”.

Eduardo dos Santos, que iniciou terça-feira à noite uma visita oficial de quatro dias à China, encontrou-se com Hu Jintao no Grande Palácio do Povo, em Pequim, para assinarem quatro acordos de cooperação entre os dois países.

A China e Angola só estabeleceram relações diplomáticas em 1983, oito anos depois da independência da antiga colónia portuguesa.

Mas nos últimos cinco anos, devido às exportações de petróleo, Angola tornou-se o maior parceiro comercial da China em África, e grandes empresas chinesas estão envolvidas no programa angolano de reconstrução nacional, que conta, aliás, com um financiamento de Pequim estimado em cinco mil milhões de dólares (3,8 mil milhões de dólares).

Pelas contas do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, organismo com sede em Macau, criado em 2003, nos primeiros nove meses deste ano o comércio sino-angolano somou 20,8 mil milhões de dólares (16,5 mil milhões de euros), um aumento de 126,2 por cento em relação a igual período de 2007.


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