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Médicos luso-descendentes querem facilidades na obtenção de equivalências
- 31-Jan-2009 - 12:20
Os médicos luso-descendentes radicados na Venezuela querem que Lisboa facilite o processo de obtenção de equivalências profissionais, revelou à Agência Lusa o presidente da Associação de Médicos Luso-Venezuelanos (Asomeluve), Juan Marques.
"O processo das equivalências em Portugal não é excessivamente complicado, mas ainda assim um dos temas que colocámos sobre a mesa para ver de que maneira se pode facilitar esse processo", disse.
Juan Marques falava à Agência Lusa à margem de uma reunião com o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, António Braga, no último dos cinco dias de uma visita oficial que o governante português realizou à Venezuela.
"A função da associação não é a de fazer as equivalências em Portugal, mas há pessoas que fazem as equivalências em Espanha em vez de ir fazer a Portugal e sendo luso-descendente é lógico fazer as equivalências em Portugal", disse.
Para Juan Marques, a "reunião de trabalho com o secretário de Estado, marca um diferença" porque "do ponto de vista prático, encontrámos áreas de oportunidades que podem ser interessantes tanto para a Venezuela como para Portugal".
Entre elas aponta "fortalecer o intercâmbio científico que já tínhamos começado" prevendo-se que sejam assinados alguns acordos com universidades venezuelanas.
Segundo aquele responsável, Portugal têm insuficiência de profissionais de medicina, "a situação mais crítica neste momento é a de medicina geral e familiar, e nós temos muitos médicos luso-descendentes que não estão filiados na Asomeluve e que poderiam nalgum momento pensar nessas oportunidades (...) sempre seguindo as regras e tratados que é preciso assinar".
"Outro dos pontos em que estamos a trabalhar é na possibilidade, nomeadamente na área de medicina tropical, de a Universidade Central da Venezuela receber as pessoas que estão a fazer a especialidade em Portugal, para um estágio curto, de duas ou três semanas como fazemos com pessoas de Espanha", disse.
"É uma experiência diferente porque já é uma medicina tropical no campo e é uma das coisas que podemos aportar para a formação de médicos em Portugal", concluiu.
Em declarações à Agência Lusa, António Braga confirmou que "Portugal tem um problema com a falta de médicos" e avançou que durante o encontro "se abordaram matérias relacionadas com a credenciação dos médicos luso-venezuelanos".
Explicou que "ficam em estudo eventuais acordos de cooperação nesse domínio quer para eventuais estágios na área de medicina tropical, mas isso ainda está muito inicial".
Quanto à formação de médicos, precisou que "cabe à autonomia das universidades já que o governo apenas se pode proporcionar como veículo de alocação de propostas para poder se desenvolver nesse domínio".
A Associação de Médicos Luso-Venezuelanos foi criada em 2003, tem mais de 200 associados que abrangem as 32 especialidades básicas reconhecidas no país.

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