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  Entrevista
Governo «não se vai calar» perante agressão de brasileira na Suíça
- 13-Feb-2009 - 12:10


O Presidente do Brasil garantiu que o Governo brasileiro "não se vai calar" perante a agressão da cidadã brasileira na Suíça por alegados neonazis e exigiu respeito para com os brasileiros no estrangeiro, afirma hoje a imprensa brasileira.


"O Governo brasileiro não pode aceitar e não pode ficar calado diante de tamanha violência contra uma brasileira no exterior", afirmou Luiz Inácio Lula da Silva.

A advogada Paula Oliveira, 26 anos, foi agredida segunda-feira por um alegado grupo de neonazis na cidade de Dubendorf, a cerca de cinco quilómetros de Zurique, quando falava ao telemóvel com a mãe.

Casada com um suíço, Paula Oliveira estava grávida de três meses, de gémeos, e sofreu um aborto logo depois do ataque.

Fotos divulgadas pela imprensa brasileira mostram várias marcas no corpo da jovem, feitas por lâminas, que formam a sigla SVP, iniciais em alemão do Partido do Povo Suíço, de extrema-direita.

Citado pela edição electrónica do jornal Folha de S. Paulo, Lula da Silva exigiu respeito para com os cidadãos brasileiros no estrangeiro.

"O Brasil tem sido um exemplo de como viver com estrangeiros. Aqui nós vivemos em paz, aqui nós recebemos estrangeiros desde que Cabral aqui colocou os pés e tratamo-los bem. O que nós queremos é que eles respeitem os brasileiros lá fora como nós os respeitamos aqui, como nós os tratamos bem aqui", disse o chefe de Estado.

Em entrevista ao "Jornal Nacional" e citado pelo Globo online, o pai da cidadã brasileira, Paulo Oliveira - secretário parlamentar do ex-Governador de Pernambuco e deputado federal Roberto Magalhães (DEM-Pernambuco) -, indicou que a sua filha está "em estado de choque" e muito constrangida pela actuação da polícia suíça que a "fez sentir ameaçada de processo se não estiver a falar a verdade".

Na quinta-feira, o ministro dos Negócios Exteriores, Celso Amorim, afirmou que "o caso tem, obviamente, uma aparência muito forte de xenofobia e tem que ser investigado como deve ser, não só em atenção à pessoa agredida, mas até para as boas relações entre o Brasil e a Suíça".

O ministro convocou ainda o encarregado de negócios da embaixada da Suíça no Brasil, Claude Cnottz, para transmitir a sua preocupação com o ataque e mostrar que espera que os agressores sejam "julgados e punidos de forma rigorosa", indicou o Globo.

O jornal adianta ainda que a cônsul-geral do Brasil na Suíça, Vitória Cleaver, vai estar hoje reunida com as autoridades suíças para "pedir rigor no tratamento do caso".

Em comunicado, a polícia suíça indicou que as "circunstâncias exactas do incidente não são claras" e que investiga em todas as direcções.

O ataque à brasileira ocorre num momento em que a Suíça discute a questão dos estrangeiros no país.

No domingo, foi realizado um referendo sobre a prorrogação do acordo que permite a entrada na Suíça de trabalhadores da União Europeia, incluindo o alargamento à Bulgária e à Roménia, e o "sim" venceu com 60 por cento.


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