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SIDA está a reduzir mão de obra qualificada
- 18-Jun-2003 - 17:38
O presidente de Moçambique, Joaquim Chissano, afirmou hoje em Maputo que a propagação da Sida está a reduzir a mão-de-obra qualificada e a comprometer o desenvolvimento do país.
Chissano, que falava no lançamento da iniciativa das Nações Unidas "Pacto Global", exortou os agentes económicos moçambicanos a um maior envolvimento na redução do impacto do HIV/SIDA, e no combate à exclusão social e à pobreza.
"A propagação do HIV/SIDA tem-se reflectido na redução da mão- de-obra qualificada, comprometendo a produção e a produtividade dos sectores produtivos da economia nacional", frisou o Presidente.
Se não "agirmos para reduzir a propagação, corremos o risco de vermos comprometido o almejado desenvolvimento deste país", acrescentou Chissano, dirigindo-se a todos os moçambicanos.
O chefe de Estado moçambicano sublinhou que a doença conduzirá a uma queda da produtividade no país, a um aumento do absentismo dos trabalhadores e à carência de quadros qualificados, além do "pesado" custo financeiro resultante da assistência médica e medicamentosa aos doentes.
Face a esta preocupação, Joaquim Chissano apelou à intervenção de todas as forças da sociedade moçambicana de modo a contribuir para a construção de uma sociedade "assente no respeito pelos direitos humanos, livre da pobreza e de doenças que põem em perigo a vida do cidadão".
Foi por essa razão que o seu governo decidiu aderir ao "Pacto Global", que visa, entre outros aspectos, a promoção dos direitos humanos, a protecção ambiental e normas laborais por parte das empresas.
Moçambique é o segundo país da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), depois do Brasil, a aderir a esta iniciativa, lançada pelo secretário-geral da ONU, Kofi Annan, em Julho de 2000.
"Ao aderirmos a esta iniciativa, queremos criar uma consciência comum de compromisso na promoção dos direitos e valores fundamentais, na criação de um ambiente favorável, com base nos direitos fundamentais do Homem, e ao uso sustentável dos recursos naturais", disse.
Cerca de 860 empresas de 55 países já subscreveram a iniciativa, que pretende ainda estabelecer parcerias entre as empresas e os organismos das Nações Unidas, nomeadamente a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o gabinete de promoção dos Direitos Humanos e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

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