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Líder do PUN acusa PAIGC de «prepotência»
- 19-Jun-2003 - 19:14
O líder do Partido de Unidade Nacional (PUN), Idrissa Djaló, acusou hoje o PAIGC de "prepotência e arrogância" na forma como se relaciona com os restantes partidos da oposição na Guiné-Bissau.
Num momento em que a oposição divulga um documento no qual exige ao Presidente da República, Kumba Ialá, que permita a criação de um Governo de largo consenso com o objectivo de realizar as eleições de forma livre e justa, Idrissa Djaló garante que "na oposição não pode haver líderes, apenas vontade de resolver os problemas".
Esta posição surge depois de dirigentes do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) terem acordado sobre o conteúdo do "memorando" alinhavado pela oposição e, "à última da hora, o seu presidente - Carlos Gomes Júnior - ter aparecido com uma hora de atraso a impor alterações no texto".
Em causa, segundo Idrissa Djaló, estava o prazo limite dado a Kumba Ialá para a realização das eleições, Novembro próximo ou Fevereiro de 2004, tendo o presidente do PAIGC "imposto" a segunda hipótese quando a primeira tinha sido acordada em conjunto com um dos seus vice-presidentes, Aristides Gomes.
"Pode parecer um detalhe, mas não é, trata-se de uma estratégia do PAIGC para impor a sua vontade e surgir como líder da oposição com objectivos claramente políticos e de relevo, para além da relevante questão de princípio", acusa Djaló.
O presidente do PUN garante que "manifestações de intolerância não são admissíveis por parte de ninguém e muito menos quando a oposição procura soluções onde o interesse nacional deve estar acima do interesse estratégico dos partidos".
"Porque, nós - PUN - estamos de acordo com o conteúdo do documento e só não o assinamos por causa da atitude do líder do PAIGC", disse.
Este documento, hoje entregue a Ialá, foi assinado por todos os partidos excepto o PUN, a União para a Mudança (UM), a Resistência da Guiné-Bissau (RGB), de Salvador Tchongó, e a União Eleitoral (UE).
As eleições, ainda marcadas para 6 de Julho, vão ser adiadas em breve por novo decreto do presidente Kumba Ialá, embora seja desconhecida a data que o chefe de Estado vai escolher para o escrutínio.
O mês de Novembro próximo é a data que reúne maior consenso, inclusive de membros do Governo e do Partido da Renovação Social (PRS, no Governo).

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