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Portugal vai alargar candidaturas à emigração de cabo-verdianos
- 11-Mar-2009 - 17:22
O Centro de Apoio ao Migrante no País de Origem (CAMPO), que apoia os cabo-verdianos que pretendem emigrar para Portugal, vai ser alargado a candidatos a emigrantes para todo o espaço europeu a partir de 2010, foi hoje anunciado.
A proposta foi apresentada pela Alta Comissária para a Integração e Diálogo Inter Cultural (ACIDI) de Portugal, Rosário Farmhouse, que hoje coordenou, juntamente com o presidente do Instituto das Comunidades de Cabo Verde (ICC), Álvaro Apolo, os trabalhos na Comissão Consultiva Conjunta para a Emigração (CCCE).
O CAMPO é um projecto desenvolvido por Portugal e Cabo Verde na Cidade da Praia e que presta informação aos cabo-verdianos que pretendem emigrar para Portugal nas áreas de legislação, direitos e deveres no país de destino, bem como informação aos que regressam a Cabo Verde.
Rosário Farmhouse explicou que o CAMPO será estendido aos outros países da União Europeia (EU) em 2010.
“Agora vai mais além. Vai dar informação sobre Portugal, mas também sobre os outros países da União Europeia e fazer a ponte entre o país de origem e o de destino, entre a saída e entrada de emigrantes, para que estejam mais protegidos, mais cientes dos direitos e deveres e, se assim for, estarão em melhores condições de integração”, afirmou.
Além disso, a comissão consultiva conjunta está a discutir forma de dar conteúdo cabo-verdiano ao CAMPO, acrescentou.
Por seu lado, o presidente do Instituto das Comunidades de Cabo Verde sublinhou que a ideia passa pela preparação em termos de legislação, que possa ser incluída no projecto CAMPO, e pela formação profissional para melhor inserção dos futuros emigrantes no mercado de trabalho.
“Estamos a discutir com Portugal formas de dar conteúdo cabo-verdiano a esta proposta. Toda a preparação que precisa ter em termos de legislação para entrada e permanência em Portugal, mas também a preparação que ele deve ter enquanto cabo-verdiano que emigra e que passa pela formação profissional em Cabo Verde”, explicou.
Álvaro Apolo acrescentou que esta proposta de Cabo Verde está enquadrada na regulação dos fluxos migratórios, que, no seu entender, deve “preparar as pessoas para saberem as leis, mas também ter alguma competência profissional que permita a inserção no mercado de trabalho”.
A questão da educação e formação profissional dos jovens e das crianças de segunda e terceira geração é também prioritária, de acordo com Álvaro Apolo.
“Apesar de Portugal ter avançado imenso em termos de integração, há ainda problemas em termos de sucesso educativo dos nossos descendentes em Portugal, situação que passa pela preparação dos professores e pelo melhor acompanhamento dos pais e das crianças. Vamos elaborar propostas que possam ser executadas pelas instituições em Portugal”, destacou.
A Comissão Consultiva Conjunta é composta por várias instituições portuguesas e cabo-verdianas que lidam com os diversos problemas dos migrantes.

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