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Centro Cultural Português do Mindelo assinala 10 anos de teatro
- 20-Jun-2003 - 16:21
O Grupo de Teatro do Centro Cultural Português do Mindelo, Cabo Verde, apresenta hoje e sábado, no Mindelo, a peça "Cloun Creoulos Dei", uma reposição destinada a assinalar os 10 anos da companhia.
O espectáculo, apresentado pela primeira vez pelo grupo a 19 de Setembro de 1999, numa co-produção com o Teatro Meridional de Portugal, passou nesse ano por várias cidades, incluindo portuguesas, como Coimbra, Évora, Braga e Porto.
"Cloun Creoulos Dei" é uma adaptação para a realidade cabo- verdiana do encenador português Miguel Seabra, a partir de "Cloun Dei", concebido e estreado em 1993 pelo Teatro Meridional.
"Palhaços Crioulos de Deus", na tradução portuguesa, é uma coreografia teatral baseada na ironia, humor e ternura próprios da personagem do palhaço, contra a ideia de pecado como é apresentada pela cultura ocidental.
Com direcção cénica de João Branco, encenador habitual do grupo do Centro Cultural Português, o espectáculo conta com as interpretações de Elisabete Gonçalves, Edson Fortes, Anselmo Fortes e Paulo Miranda. Do elenco de há quatro anos mantêm-se Edson Fortes e Paulo Miranda.
O Grupo de Teatro do Centro Cultural Português do Mindelo, responsável por uma arte dramática nova em Cabo Verde, surgiu a 18 de Fevereiro de 1993, por iniciativa do jovem português João Branco.
Até agora apresentaram 32 peças. A 08 de Setembro será a vez do "Rei Lear", de Wiliam Shakespeare.
A par das três estreias deste ano, destinadas a assinalar o décimo aniversário do Grupo, apresentaram algumas reposições dos seus espectáculos mais importantes como "Salon", de Mário Lúcio Sousa, "À Espera da Chuva", inspirado em "À Espera de Godot" de Samuel Beckett, "Auto da Holanda", a partir de "Auto da Índia" de Gil Vicente, "Médico à Força", de Moliére, e "Conde de Abranhos", adaptação de Eça de Queirós.
Ao longo de uma década, o grupo foi agraciado com o prémio de Mérito Teatral, atribuído em 1997 pela Fundação Luso-Brasileira para o Desenvolvimento da Língua Portuguesa, e o Prémio Micadinaia da Cultura, da Academia de Estudos e Culturas Comparadas, em 1999.

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