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CPLP e CEDEAO lançam «ofensiva conjunta» na Cidade da Praia
- 24-Mar-2009 - 18:46
A concertação com a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) sobre a Guiné-Bissau domina a reunião dos chefes da diplomacia da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), quarta-feira na Cidade da Praia.
A sessão contará com a presença de representantes dos “oito” Estados membros da organização lusófona, da própria CPLP e da CEDEAO, e decorrerá de manhã no Palácio das Comunidades, na capital cabo-verdiana.
A reunião destina-se essencialmente a preparar “uma ofensiva conjunta da CPLP com a CEDEAO” para apoiar um plano de estabilização política, económica e militar na Guiné-Bissau, tal como disse à Agência Lusa o chefe da diplomacia cabo-verdiana, José Brito.
No encontro serão também definidos os moldes com vista à realização, em meados de Abril próximo, também na Cidade da Praia, de uma mesa-redonda com doadores visando igualmente a estabilização na Guiné-Bissau.
Perspectivar o período de transição, que terminará com a realização de eleições presidenciais, ainda sem data, os apoios ao governo de Carlos Gomes Júnior e intervenções políticas de fundo, bem como a injecção de capitais para fazer face à crise económica, são os tópicos da agenda da reunião, disse à Lusa fonte oficial cabo-verdiana.
No início deste mês, a Guiné-Bissau foi palco do assassínio do presidente João Bernardo “Nino” Vieira, horas depois de o Chefe do Estado-Maior general das Forças Armadas (CEMGFA) guineense, general Tagmé Na Waié, ter sido vítima de um atentado.
A reunião surgiu do entendimento entre a CPLP e a CEDEAO, que, na semana passada, em Bissau, numa reunião do Conselho de Mediação e Segurança da organização sub-regional oeste-africana, entenderam a necessidade de ambas apostarem em esforços conjuntos.
A sessão de abertura está prevista para as 09:00 (19:00 em Lisboa), prevendo-se que a plenária dure pouco mais de uma hora, após o que os participantes serão recebidos em audiência pelo presidente cabo-verdiano, Pedro Pires.
Acabado o encontro na Presidência, regressarão ao Palácio das Comunidades para a sessão de encerramento, havendo, depois, uma conferência de imprensa e, a seguir, um almoço oferecido pelo chefe da diplomacia cabo-verdiana.
Dos oito Estados membros da CPLP, apenas Moçambique e Timor-Leste não estarão representados pelos respectivos ministros dos Negócios Estrangeiros, com Maputo a enviar o vice-MNE, Eduardo Koloma, e Díli o embaixador permanente na CPLP, José Barreto Martins.
Dos restantes seis, e além do MNE anfitrião, José Brito, estarão na Cidade da Praia os chefes da diplomacia de Angola, Assunção dos Anjos, Brasil, Celso Amorim, Guiné-Bissau, Adiatu Nandigna, e São Tomé e Príncipe, Carlos Tiny.
De Portugal, país que preside à organização lusófona, além do MNE, Luís Amado, vem também o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, João Gomes Cravinho, e o embaixador acreditado na CPLP, António Russo Dias.
A CPLP está representada ao mais alto nível, pelo secretário-executivo da organização, Domingos Simões Pereira, enquanto a CEDEAO enviou o representante especial adjunto do presidente da Comissão da organização, Isaac Aggrey.

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