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Entrevista
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Recolhidas mais de 50 mil armas no processo de desarmamento de civis
- 16-Apr-2009 - 17:38
O processo de desarmamento da população civil completou hoje um ano e nesse período foram recolhidas mais de 50 mil armas com destaque na entrega de armas as províncias da Huíla, Luanda, Huambo, Benguela e Lunda Norte.
Para assinalar a data foi realizado um fórum sobre “Gestão e Controlo de Armas e Munições”, presidido pelo Primeiro-Ministro angolano, Paulo Cassoma, no qual também participam vice-governadores provinciais, membros das comissões técnicas e especialistas brasileiros.
O Primeiro-Ministro angolano disse, no discurso de abertura, que o seminário é realizado numa altura em que o país também comemora sete anos de paz, alcançada a 04 de Abril de 2002, realçando que durante este tempo nunca houve necessidade de se recorrer às armas para a resolução de diferenças.
“Nestes sete anos que as armas se calaram, apesar das dificuldades que ainda vivemos, passamos muito bem sem o recurso a elas para resolver diferenças políticas ou de opinião”, frisou Paulo Cassoma.
O segundo comandante-geral da Polícia Nacional de Angola e coordenador da Comissão Nacional para o Desarmamento, Paulo de Almeida, em entrevista à Angop disse que a recolha de armas criou na população “um impacto positivo no sentimento de segurança”.
Segundo Paulo de Almeida, um dos aspectos notáveis desta acção de desarmamento está ligado à redução de crimes cometidos com o recurso às armas de fogo, com o aumento das agressões feitas com armas brancas.
O processo de desarmamento da população civil, a ser implementado em dois anos, teve duas fases, sendo a primeira de entrega voluntária, passando depois para a de recolha coerciva, ao mesmo tempo que a espontânea.
O coordenador referiu ainda que no segundo ano o programa incidiu a sua acção sobre a organização e fiscalização da utilização de armas de fogo, como a revisão de alguma legislação sobre o porte e uso de armas e a lei das empresas de segurança privada.
Ainda no âmbito do programa de recolha de armas, começou já no ano passado o processo de destruição de armas obsoletas, tendo o arranque das actividades sido dado nas províncias de Luanda, Huambo e Huíla.

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