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Eugénio Costa Almeida



Angola e a Imigração regular versus a irregular

Segundo os dados oficiais, hoje tornados públicos pelo serviço de Migração e Estrangeiros estarão em Angola, em situação regular – ou seja, como habitualmente dizemos, legais – cerca de 40 mil chineses.

Todavia, informações não oficiais haverão mais de 100 mil chineses a viverem no País, a maioria, com o se depreende, em situação irregular (vulgo, ilegais).

Faço esta destrinça entre legalizados e não regulares porque, muitos dos que estão nesta situação, por certo, e não acredito que tenha sido de outra forma, apesar de parecer que muitos chineses como ainda há dias alertava, creio que Pepetela, colocam anúncios no Jornal de Angola denunciando a perca de passaportes, entraram com visto regular mas que terão ficado pelo País no final de contratos desprezando o regresso.

Mas esta situação dúbia entre os que estão legalizados, mais concretamente, entre os números oficiais e os irregulares, ou “não-regulares” faz-me lembrar uma muito semelhante num outro país mas, desta feita, com os angolanos como imigrantes. Refiro-me, naturalmente, a Portugal.

De facto, os números oficiais apontam para um número entre os 35 e 40 mil angolanos em situação regular ou inscritos nos Consulados. No entanto, tal como em Angola, as fontes não oficiais apontam para valores entre irregulares e descendentes para cima dos 100 mil concidadãos.

Outras paragens a mesma questão.

Só que os angolanos que vieram para Portugal, fizeram-no para fugir à guerra e às deficientes condições de vida que tinham no País, nomeadamente, durante as três guerras pós-independência, ou seja, entre 1975 e 1991, de 1992 a 1994 e de 1998 a 2002 (Comerford, 2005).

Já os chineses encontram-se em Angola, à pala da Reconstrução Nacional e das leoninas condições chinesas para ajudar na dita reconstrução. Sendo um dos – senão mesmo, o – principais financiadores da Reconstrução, alicerçado no petróleo que recebe como garantia, a China impôs que “70 por cento dos projectos de reconstrução [deveriam] ser dados a empresas chinesas” (Apostolado, 2009) que, naturalmente, optam por trazer os seus próprios trabalhadores (em detrimento da muita razoável qualidade dos trabalhadores qualificados angolanos) que, depois, ficam irregulares por Angola, principalmente em negócios de comércio informal.

Nuns ficam-se, na sua maioria, pela construção civil e, só muitos poucos, pelos serviços e pelos trabalhos qualificados. Os outros deixam a construção e viram-se para o comércio (formal e informal).

Ou seja, outras paragens a mesma questão.

16Abr.2009
elcalmeida@gmail.com
http://elcalmeida.net


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