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Desastres naturais mataram 10 mil pessoas em 20 anos no sudeste africano
- 14-May-2009 - 13:58
Quatro países do sudoeste asiático - Comores, Madagáscar, Malauí e Moçambique - perderam cerca de 10.000 pessoas nos últimos 20 anos devido a desastres naturais, que afectaram outros 42 milhões de habitantes.
Os números foram hoje divulgados num encontro em Maputo, que junta especialistas dos quatro países, organizado pelo Governo de Moçambique, pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e pela Comissão Europeia.
O encontro, no âmbito do Programa de Prevenção de Desastres Naturais da União Europeia (DIPECHO), destina-se a melhorar a colaboração e troca de conhecimentos entre os quatro países, que pela localização geográfica (sudeste africano/sudoeste do Oceano Índico) são muito afectados por desastres naturais.
Cada um destes países desenvolve acções para melhorar a luta contra os efeitos dos desastres naturais, “mas a sua deficiente situação económica torna as coisas mais difíceis”, segundo um documento do PNUD/DIPECHO, a que a Agência Lusa teve acesso.
“A pobreza torna as pessoas mais vulneráveis aos riscos naturais e enfraquece a capacidade das instituições ligadas a desastres naturais para enfrentar os problemas”, diz também o documento.
Por isso, segundo os responsáveis, é necessário aumentar as capacidades das organizações no sentido de divulgar as melhores práticas de preparação para enfrentar desastres naturais e reduzir os riscos.
A Oikos - Cooperação e Desenvolvimento é uma das ONG (Organizações Não Governamentais) que trabalha em Moçambique na área da prevenção e mitigação dos efeitos de desastres naturais.
A Oikos, portuguesa, vem apoiando famílias rurais em Moçambique desde 1991 e tem o apoio da ECHO (Ajuda Humanitária da Comissão Europeia) através do programa DIPECHO, nomeadamente para a ilha de Moçambique, para fortalecer a capacidade local das comunidades para se prepararem e responder a desastres naturais, em particular ciclones.

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