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Ramos-Horta dá Medalha da Solidariedade a militares e GNR portugueses
- 10-Jun-2009 - 12:42
Nove militares e guardas nacionais republicanos portugueses foram agraciados com a Medalha da Solidariedade pelo chefe de Estado timorense, José Ramos-Horta, no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades.
A cerimónia decorreu hoje na Presidência da República e contou com as presenças do secretário de Estado adjunto e da Administração Local português, Eduardo Cabrita, e do Embaixador de Portugal em Timor-Leste, Luís Manuel Barreira de Sousa.
Foram agraciados o coronel Cipriano Figueiredo, os tenentes-coronéis Pedro Ochoa e Francisco Setoca, os majores Jorge Marques e Silva e Pedro dos Reis, os capitães de Marinha Nuno Esteves, Carlos Moreira e Luís Candeias, e o sargento José Alberto Rita.
Eduardo Cabrita valorizou o “reconhecimento do papel desempenhado solidariamente pelos militares portugueses para a consolidação do país livre e democrático” que é Timor-Leste e fez “votos de confiança num futuro mais próspero”.
Por seu turno, Ramos-Horta expressou satisfação por poder, finalmente, “prestar uma modesta homenagem de reconhecimento às Forças Armadas e GNR, no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades portuguesas, pela inestimável contribuição dada à população e ao país”.
Em 2008, recordou, foi homenageada a resistência timorense e agora, depois de produzida legislação específica, a contribuição da comunidade internacional.
“Quero registar o mais sincero agradecimento às Forças Armadas e GNR que, tanto através da cooperação directa portuguesa, como das Nações Unidas (ONU), tanto ajudam Timor-Leste”, disse o Presidente da República.
Ramos-Horta enalteceu o apoio “exemplar” dado ao longo dos anos por Portugal ao seu país”, até “nos planos moral e humano”.
“O povo português de todos os quadrantes solidarizou-se por Timor-Leste e nunca se eximiu de responsabilidades, aumentando mesmo as contribuições bilateral e multilateral dadas ao país, designadamente nos sectores da segurança e defesa”, realçou.
A concluir, o chefe de Estado indicou que o dia do poeta Camões bem podia ser comemorado como o Dia da Humanidade.

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