| Pesquisar |
|
|
| Notícias |
»
»
»
»
»
»
»
»
»
»
|
 |
| Canais |
»
»
»
»
»
»
»
»
»
»
|
 |
Siga-nos no
Receba as nossas Notícias

Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui |
|
| Serviços |
»
»
»
»
»
|
|
|
| |
Conversas
no
Café Luso |
|
|
|
|
Comunidades
|
|
Luso-venezuelanos vão integrar Comunidade Médica de Língua Portuguesa
- 26-Jun-2009 - 20:45
Os profissionais luso-venezuelanos de medicina vão passar a integrar a Comunidade Médica de Língua Portuguesa, revelou hoje em Caracas o Bastonário da Ordem dos Médicos de Portugal.
"Portugal tem muito gosto em ser promotor desta participação (...) dispusemo-nos a vir para formalizar a adesão da Associação de Médicos Luso-venezuelanos (Asomeluve) à Comunidade Médica de Língua Portuguesa", disse Pedro Nunes à Agência Lusa.
O Bastonário da Ordem dos Médicos de Portugal integra uma delegação de médicos que se deslocou a Caracas para participar no sábado no terceiro Simpósio da Asomeluvem, durante o qual debaterão a "educação e prática médica" na Venezuela e em Portugal.
Integram a delegação os médicos Isabel Caixeiro, presidente do Conselho Regional do Sul, José Pedro Moreira da Silva, presidente do Conselho Regional do Norte, Francisco Jardim Ramos, secretário dos assuntos sociais da Região Autónoma da Madeira (RAM) e José Manuel Teixeira França, presidente da Ordem dos Médicos da RAM.
Pedro Nunes disse que a Ordem dos Médicos de Portugal tem estado "muito empenhada, nos últimos anos, em dinamizar a Comunidade Médica de Língua Portuguesa", associação "que junta os Ordens de Portugal, do Brasil (Conselho Federal de Medicina e a Associação Médica Brasileira), Cabo Verde, Angola e Moçambique e, a muito breve trecho, também a Guiné Bissau".
Sublinhou que em 2008 a Ordem dos Médicos soube que havia um grupo de médicos portugueses ou de origem portuguesa em Macau, o que "ajudou depois a criar" uma associação de médicos de língua portuguesa naquele território, durante uma reunião da Associação Médica Mundial.
"Na Venezuela não é preciso ajudar, ela já existe. Há uma comunidade de médicos de origem portuguesa com muitos médicos, muito empenhada, cheia de vontade e assim que tivemos a oportunidade dispusemo-nos a vir exactamente para formalizar a sua adesão à Comunidade Médica de Língua Portuguesa (CMLP)", frisou.
Pedro Nunes disse que a CMLP junta médicos de várias partes do mundo e está a fazer um centro de formação de pós-graduação em Cabo Verde, para toda a África Ocidental, e desenvolve programas de formação em vários países onde promove o intercâmbio de médicos.
Por outro lado, sublinhou que aquela organização não pretende "vir recrutar médicos, exportar ou importar, mas apenas fomentar o contacto e o intercâmbio".
"Se um médico na Venezuela pretender ir trabalhar algum tempo em Portugal, num intercâmbio de formação para depois voltar à Venezuela, ou ao contrário, terá um sítio onde as pessoas se conhecem, promovem contactos e lhe dizem como pode tratar dos seus assuntos legais", disse.
Explicou que além da Venezuela estão em contacto com médicos de origem portuguesa na África do Sul que pensam formar uma associação médica de língua portuguesa e que "há um embrião de uma associação também nos Estados Unidos".
"Pensamos criar, de facto, uma rede mundial de intercâmbio de médicos, em que o profissional de medicina que fala português e se sente português, em qual pare do mundo, tenha como contactar os outros médicos que falam português, estejam eles onde estiverem", frisou.
"Fundamentalmente, o que os médicos pretendem todos eles, vivam onde viverem, é estar ao serviço das suas comunidades e permitirem que o acesso à medicina dessas comunidades seja o mais fácil possível", concluiu.

Ver Arquivo
|
|
 |
| |
|
| |
|
|
|
|
|