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Participação na UA e CEDEAO considerada de mais efectiva de sempre
- 9-Jul-2009 - 11:36
A participação de Cabo Verde nas instituições da União Africana (UA) e da Comunidade Económica para o Desenvolvimento da África do Oeste (CEDEAO), nos últimos anos, foi considerada a mais efectiva, desde a independência desse país a 5 de Julho de 1975.
Em declarações à Angop, em Luanda, o embaixador de Cabo Verde, Domingos Dias Pereira de Mascarenhas, informou que o seu país está a ter uma participação tão efectiva nas instituições da UA e da CEDEAO que nunca conseguiu a nível da organização continental e sub-regional.
Sustentou, por outro lado, que nunca houve na história de Cabo Verde, salvo no período de povoamento das ilhas nos séculos XV e XVI, uma presença tão massiva de africanos do continente no arquipélago como há hoje, sublinhando verificar-se uma integração positiva e bem vinda.
“Há uma integração perfeita de cidadãos do Senegal, da Nigéria, da Guiné-Bissau, da Serra Leoa, do Ghana e são aos milhares e, isso, eleva a nossa interacção com esses países vizinhos. E nós temos consciência da importância dessas comunidades para o nosso conhecimento recíproco”, realçou.
Sublinhou que há hoje mais conhecimento de Cabo Verde em relação aos seus vizinhos e outros países africanos e vice-versa.
Ao explicar a parceria do seu país com a União Europeia (UE), o diplomata disse que ela não é uma cooperação disjuntiva ou alternativa à inserção e a integração de Cabo Verde à União Africana ou na CEDEAO.
De acordo com o diplomata, Cabo Verde deseja uma integração, cada vez melhor; no continente africano, realçando a necessidade de sublinhar que um dos pilares especiais da parceria do país com a UE prende-se com apoio dessa instituição europeia ao arquipélago, para que se integre melhor no espaço da CEDEAO.
Acrescentou que as relações EU/Cabo Verde são estratégicas e se alicerçam nos pilares de segurança, bem como na mobilidade de cabo-verdianos no espaço comunitário, onde vivem mais de 260 mil cidadãos, quase a metade da população residente nas ilhas, “factor esse que muitas vezes não é levado em conta”.
Outros pilares, explicou a fonte, têm a ver com a obtenção de recursos para desenvolver a economia do seu país, assim como a intenção de aproximação de instituições pública e serviços cabo-verdianos ao patamar europeu e dos Estados desenvolvidos, como meta a ser atingida.

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