Invista em Portugal, nós apoiamos
Construção de sites Portugal
           As Notícias do Mundo Lusófono
 Notícias de Angola Notícias do Brasil Notícias de Cabo Verde Notícias da Guiné-Bissau Notícias de Moçambique Notícias de Portugal Notícias de São Tomé e Príncipe Notícias de Timor Leste
Ir para a página inicial de Noticias Lusofonas desde 1997 director: Norberto Hossi
 Pesquisar
 
          em   
 Notícias

 » Angola
 » Brasil

 » Cabo Verde
 » Guiné-Bissau
 » Moçambique
 » Portugal
 » S. Tomé e Príncipe
 » Timor Leste
 » Comunidades
 » CPLP
 
Informação Empresarial
Anuncie no Notícias Lusófonas e divulgue a sua Empresa em toda a Comunidade Lusófona
 Canais


 » Manchete
 » Opinião
 » Entrevistas
 » Cultura
 » Comunicados
 » Coluna do Leitor
 » Bocas Lusófonas
 » Lusófias
 » Alto Hama

 » Ser Europeu

Siga-nos no
Siga o Notícias Lusófonas no Twitter
Receba as nossas Notícias


Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui
Add to Google
 Serviços

 » Classificados
 » Meteorologia
 » Postais Virtuais
 » Correio

 » Índice de Negócios
 
Venha tomar um cafezinho connoscoConversas
no
Café Luso
 
  Comunidades
Cabo-verdianos são terceira maior comunidade estrangeira legalizada
- 15-Jul-2009 - 11:13


Os cabo-verdianos são a terceira maior comunidade estrangeira legalizada de Portugal. De acordo com o relatório divulgado pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras de Portugal (SEF), há 51.352 indivíduos cabo-verdianos com permanência regular em Portugal, quase 12 mil indivíduos menos do que no ano anterior, quando contava com 63.925.


O primeiro e o segundo lugares são respectivamente ocupados pelos brasileiros (passaram de 66.354 em 2007 para 106.961 em 2008) e ucranianos (52.495 residentes, contra os 39.480 no ano anterior somava). Para estes números contribuíram as disposições legais que convertem "todos os tipos de visto de longa duração e autorização de permanência em autorização de residência". E, claro, "a emissão de autorizações de residência ao abrigo do regime excepcional previsto no artigo 88".

Com a nova redacção do artigo relativo à autorização de residência para exercício de actividade profissional subordinada deixou de ser obrigatório o contrato registado na Inspecção-Geral de Trabalho. Basta ter uma relação laboral comprovada por sindicato, por associação com assento no Conselho Consultivo ou pela Inspecção-Geral do Trabalho.

Mas, então, o que está acontecer aos cabo-verdianos, que há três anos lideravam a tabela? O documento do SEF admite que havia subavaliação das nacionalidades de fluxo recente (como Brasil, Ucrânia, Roménia, Moldávia) e sobrestimativa de comunidades consolidadas (como Cabo Verde, Angola, Guiné-Bissau, Reino Unido, Espanha). O fenómeno explica-se também por outras duas razões: as saídas do território português motivadas pela crise económica e financeira e a nova lei da nacionalidade, que fez disparar as candidaturas.

O ano passado, o SEF emitiu 39.652 pareceres favoráveis à aquisição de nacionalidade. No ano anterior, emitira 8958. Subiram os pedidos de estrangeiros já nascidos em Portugal e os de estrangeiros residentes em Portugal há pelo menos seis anos, que conhecem a língua e não foram condenados por crime punível com pena de prisão de três ou mais anos. Nestes dois casos Cabo Verde lidera com 9926 pedidos de nacionalidade, seguido de Brasil (8391) e Guiné-Bissau (4589).


Marque este Artigo nos Marcadores Sociais Lusófonos




Ver Arquivo


 
   
 


 Ligações

 Jornais Comunidades
Faro Car Hire  
         
  Copyright © 2009 Notícias Lusófonas - A Lusofonia aqui em primeira mão | Sobre Nós | Anunciar | Contacte-nos

 edição Portugal em Linha - o portal da Comunidade Lusófona design e programação NOVAimagem - Web design, alojamento de sites, SEO