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Entrevista
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Ex-secretário-executivo esperava maior ênfase na promoção da língua
- 17-Jul-2009 - 11:08
O ex-secretário-executivo da CPLP Luís Fonseca defendeu hoje que a Presidência portuguesa da organização tem procurado "materializar" as decisões da Cimeira de Lisboa, mas esperava "maior ênfase" na promoção da Língua Portuguesa.
Em entrevista à Agência Lusa, em vésperas da reunião do Conselho de Ministros da organização, domingo e segunda-feira na Cidade da Praia, o diplomata cabo-verdiano sublinhou o esforço de Lisboa em dinamizar os encontros ministeriais, que considera fundamentais na rede institucional da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), sustentando que se tem ouvido falar mais da organização, "o que é sinal de um aumento de actividade".
"Mas, atendendo às expectativas criadas durante a Cimeira (de Lisboa, há um ano), esperaria, talvez, maior ênfase na promoção da Língua Portuguesa, particularmente no que respeita ao papel do IILP (Instituto Internacional de Língua Portuguesa). Mas também é verdade que a situação na Guiné-Bissau canalizou muita da atenção que poderia ser encaminhada para acções de afirmação e consolidação da Comunidade", sustentou.
"Coloca-se o imperativo de enfrentar de maneira decidida a questão de como fazer do IILP uma instituição que corresponda aos objectivos para os quais foi criado. A inexistência de um papel efectivo e real do IILP na promoção da Língua Portuguesa não prestigia a CPLP nem os seus estados-membros", defendeu Luís Fonseca.
Questionado sobre as iniciativas que mais marcaram o primeiro ano da Presidência de Portugal da CPLP, Luís Fonseca, que deixou o cargo após a Cimeira de Lisboa, em Julho de 2008, realçou o Plano Estratégico de Cooperação em Saúde, aprovado em Abril último, "que vai produzir resultados que estimularão o desenvolvimento de iniciativas de cooperação semelhantes em outras áreas".
Para Luís Fonseca, a nova visão da CPLP no que respeita à cooperação permitirá que "as potencialidades de todos os países sejam absorvidas no processo de cooperação, que esta não seja vista como uma estrada unidireccional que transporta ajudas dos países doadores para os recipientes", afirmou.
O ex-secretário-executivo da CPLP, cargo que ocupou entre 2004 e 2008, prevê, como desafios, a interiorização da organização nas políticas nacionais, considerando-a um "caminho indispensável", sem o qual a comunidade "não se libertará da imagem de uma "organização para fazer reuniões".
"E essa interiorização deverá trazer resultados palpáveis aos cidadãos, por exemplo, em termos de facilidade de circulação, reconhecimento de direitos específicos de cidadania - políticos, económicos, sociais e culturais - no espaço da Comunidade", sustentou.

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