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Novo contingente de militares parte para o Kosovo em Setembro
- 21-Jul-2009 - 10:27
Cerca de 290 militares do 1º Batalhão de Infantaria Mecanizado (1º BImec) vão partir para o Kosovo em Setembro, renovando a presença portuguesa naquele teatro balcânico, após terem praticamente concluído a fase de preparação operacional.
O exercício "Pristina 0/92", a decorrer desde quarta-feira passada nas áreas de Fronteira e Alter do Chão, encerra o aprontamento dos militares para a missão que irão iniciar dentro de dois meses no Kosovo.
Esta foi uma preparação mais breve do que aconteceu com unidades que cumpriram antes missões no Kosovo, já que 1º BImec manteve ao longo dos últimos dois anos um estado de prontidão operacional permanente no quadro da NRF (NATO Response Force), a força de reacção rápida da NATO.
O 1º Batalhão de Infantaria Mecanizado vai render na segunda metade de Setembro o 1º Batalhão de Infantaria da Brigada de Intervenção que está a concluir seis meses de missão de "reserva táctica" às ordens do Comandante da KFOR - uma força de intervenção, pronta a actuar em qualquer ponto crítico do território do Kosovo.
Na preparação dos militares portugueses mereceram particular atenção os exercícios de controlo de tumultos, um dos cenários em que poderão ser chamados a actuar.
Ano e meio depois da proclamação unilateral da independência, em Fevereiro de 2008, a situação no Kosovo continua marcada pela instabilidade e por surtos frequentes de tensão, particularmente em Kosovska Mitrovica, uma cidade no norte, dividida entre sérvios e albaneses, e palco frequente de confrontos entre as duas comunidades.
A parte sérvia continua a rejeitar a independência do território, uma antiga província sérvia, e a não reconhecer a Eulex, a missão europeia no Kosovo.
A Eulex, iniciada no final do ano passado após meses de atraso face à oposição de Belgrado e de Moscovo, destina-se a acompanhar o trabalho dos dirigentes do novo Estado em matéria de polícia, de justiça e de protecção das minorias. A parte sérvia recusa-se a reconhecer a Eulex e a considerar a Unmik, a Administração das Nações Unidas, como única presença internacional legítima no Kosovo.
A proclamação da independência do Kosovo dividiu profundamente a comunidade internacional e a própria Europa e foi até agora reconhecida por apenas 61 Estados, entre os quais Portugal. A debilidade das instituições políticas e económicas do Kosovo, a elevada criminalidade e sucessivas acusações de crimes de guerra que têm visado responsáveis kosovares continuam a fazer do território um foco potencial de tensões.
A renovação da presença portuguesa dá-se no momento em que a NATO se prepara para iniciar a redução em 4000 dos actuais 14 mil efectivos do contingente da KFOR.
Caso as condições de segurança no Kosovo o permitam, a força da NATO no Kosovo deverá ser reduzida a seis mil militares nos próximos dois anos, e, a prazo, a uma presença dissuasora de 2500 homens.

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