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São Cristóvão lança ««franchising» em Luanda
- 6-Nov-2002 - 15:26

A água mineral portuguesa São Cristóvão vai contar até ao final do ano com a sua primeira unidade de distribuição em regime de «franchising» em Luanda, disse hoje à Agência Lusa o administrador da empresa, Belmiro Torres Couto.


A nova unidade, vocacionada sobretudo para a distribuição de água porta-a-porta - ao domicílio, a empresas e locais públicos - será explorada por um parceiro local, uma empresa de direito angolano.

Segundo Belmiro Couto, a Companhia da Água - empresa que comercializa a marca São Cristóvão - fornece o produto, know-how e tecnologia, enquanto aos angolanos caberá o trabalho comercial no terreno.

Também para a capital angolana está em estudo a construção de uma unidade de enchimento de água, que representará um investimento de cerca de um milhão de euros.

Esta será a primeira experiência de franchising na distribuição de água ao domicílio realizada fora de Portugal pela Companhia da Água. Até ao fim do ano a empresa deverá contar com cerca de 60 distribuidores associados em diferentes pontos do território nacional.

Em Angola, existem igualmente perspectivas de expansão para as cidades de Cabinda, Lobito e Soyo. A Companhia da Água procura nesta altura um agente distribuidor nestes e noutros pontos nevrálgicos do país.

A Água São Cristóvão já é distribuída em Angola, através dos canais de distribuição tradicionais - cafés, restaurantes, mercearias. As vendas neste país representam cerca de 300 mil euros por ano.

Segundo dados do ICEP - Investimento, Comércio e Turismo de Portugal, cerca de 90% da água mineral consumida em Angola tem origem em Portugal.

Belmiro Couto realça a «forte tradição de exportação» da sua empresa. Da produção total da empresa, cerca de 10% (3-3,5 milhões de litros) tem como único destino a venda além-fronteiras, sobretudo para África. Este valor representa quase o dobro da média dos produtores de águas portugueses -6%.

As feiras internacionais de Angola e Moçambique - FILDA e FACIM, respectivamente - terão permitido à Companhia da Água encontrar perspectivas de expansão naquele país, através de contactos com parceiros comerciais locais interessados.

A próxima unidade em África será a de Maputo, Moçambique, a inaugurar no princípio de 2003.

Com grande tradição no mercado moçambicano, as águas portuguesas foram a pouco e pouco substituídas pelas sul-africanas, conta Belmiro Couto. Mas ele acredita que este é ainda um mercado com potencial e salienta os bons resultados de vendas este ano, particularmente na segunda metade, após a FACIM, em que «mais que duplicaram».

A Companhia da Água já distribui a São Cristóvão através dos canais tradicionais. A sua aposta para aumentar as vendas actuais - que, segundo ele, rondarão os 100 mil euros - é a multiplicação de unidades de franchisadas para distribuição porta-a-porta.

Em África, a Companhia da Água vende ainda para Cabo Verde e Guiné-Bissau. Em conjunto, as vendas nestes dois países valerão cerca de 80 mil euros.

Além dos mercados africanos - que Belmiro Couto considera de «crescimento natural» para a sua empresa, dadas a proximidade cultural, linguística e, claro, a escassez de produção local de águas minerais - a Espanha também está nos horizontes da empresa.

Durante duas feiras de franchising realizadas em território espanhol durante este ano - a CIF, em Valência, e a FranquiAtlântico, em Vigo - a Companhia da Água conseguiu angariar cerca de 70 candidatos a distribuidores da marca neste país.

Belmiro Couto prevê que, destes 70, irão restar cerca de 20 a 30 firmes interessados, que serão posteriormente chamados a acções de formação em Portugal e, mais tarde, convidados a assinar um contrato de distribuição da «São Cristóvão».

Visando o crescimento em Espanha, e acautelando a desconfiança de «nuestros hermanos», a São Cristóvão vai vestir-se de «Cristobal», nova marca concebida para entrar em circulação já no final deste ano ou início do próximo ano.

Para vingar em Espanha, Belmiro Couto aposta na «boa qualidade» do produto, nos seu formatos inovadores e na criação de uma rede de distribuição forte.

A Companhia da Água foi fundada pelo próprio Belmiro Couto, ex- engenheiro de telecomunicações da Phillips, um dia tomado pela paixão da «criação e gestão de empresas». A sua unidade de captação e produção de água fica em Resende, em pleno Douro Património da Humanidade, e está sedeada em Aveiro.

Com apenas um ano e meio de existência, estima alcançar no final deste ano uma facturação global de 2,5 milhões de euros. «Muito acima das previsões iniciais», considera Belmiro Couto.

A empresa-mãe - Águas de São Cristóvão - deverá facturar cerca de 4,5 milhões de euros em 2002.

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