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Entrevista
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Candidato Malam Bacai Sanhá pomete colaborar com o governo
- 22-Jul-2009 - 23:21
O candidato à presidência da República da Guiné-Bissau Malam Bacai Sanhá afirmou que irá colaborar com o actual governo do país e deixar ao critério do executivo a manutenção da actual chefia militar interina.
Em entrevista à agência Lusa, Bacai Sanhá considerou a manutenção do actual executivo como condição indispensável para a estabilidade no país.
"Para mim isso é condição 'sine qua non' para que haja estabilidade no país. Nós não podemos pensar que ganhamos e agora vamos derrubar o governo", disse.
"Na Guiné-Bissau, conforme a Constituição, não há um governo do Presidente, há um governo do partido que ganhou as eleições legislativas, é com esse governo que o Presidente, inteligentemente terá que saber colaborar, ajudar o governo a resolver os grandes problemas do país", referiu Bacai Sanhá.
O posicionamento de Malam Bacai Sanhá em relação ao governo não seria diferente mesmo que fosse um executivo de um outro partido que não seja o do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, no poder).
"Para mim isso não é problema, não é porque é governo do PAIGC, mesmo que fosse um governo de um outro partido o meu comportamento, o meu posicionamento seria único", de colaboração, explicou Sanhá.
Questionado sobre se vai manter a actual chefia militar interina do país, liderada por Zamora Induta, Malam Bacai Sanhá disse que compete ao governo posicionar-se sobre esse assunto.
"A chefia militar depende do governo, o Presidente apenas assina o decreto (de nomeação ou exoneração), mas quem faz a proposta é o governo. Se o governo achar que, efectivamente, é importante manter esta chefia nós não temos problema, mas se o governo dizer que é preciso mudar, vamos discutir. É mais da competência do governo do que do próprio Presidente da Republica", sublinhou Bacai Sanhá.
Em relação à abstenção registada na primeira volta em que 40 por cento de eleitores não foram votar, Bacai Sanhá afirmou que ele próprio e a sua máquina de campanha têm trabalhado para reduzir esse número.
" (...) Ficar em casa e não votar é deixar de contribuir para a consolidação da democracia. Têm que votar e reivindicar através do voto. Não é ficando em casa que vamos resolver o problema. Temos que participar e dar a nossa opinião, temos que contribuir com o nosso voto e não o contrário", defendeu Bacai Sanhá.
Acrescentou ainda que pelas indicações recebidas durante a campanha, a participação do eleitorado será superior à primeira volta.
"De acordo com as informações (...) a mensagem esta a passar. Havia o nervosismo das pessoas o que levou muita gente a não ir votar (na primeira volta). Penso que o nível de participação (na segunda volta) vai ser um bocadinho mais elevado", considerou Bacai Sanhá.
Sobre o escrutínio de domingo, Sanha destacou que o seu número de apoiantes tem vindo a aumentar desde que se candidatou pela primeira vez às presidenciais em 1999/2000.
"Esta vez é a minha vez. A convicção é que tenho estado a crescer (em cada acto eleitoral)", afirmou Malam Bacai Sanhá.

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